A central operará em alto-mar na Bacia de Santos e é um projeto inédito para transportar gás natural extraído a profundidades de até 7.500 metros.
Segundo a estatal brasileira, com a entrada da Repsol e da Galp, a Petrobras terá uma participação de 51% na sociedade de joint venture, enquanto os novos membros e a BG Group terão, cada uma, 16,3%, para um total de 48,9%.
Uma vez finalizada, a central receberá diariamente até 14 milhões de metros cúbicos de gás natural que serão processados, liquidificados e armazenados.
A mesma unidade servirá para armazenar os produtos processados, como gás natural liquidificado (GNL), propano e butano e para transferi-los para navios que os transportarão até o mercado consumidor, acrescentou a Petrobras, em comunicado.