O atual presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, for sale web o republicano Dennis Hastert, que deixará o cargo após a derrota de seu partido nas eleições de terça-feira, não buscará a liderança de seu partido no Congresso, disseram duas autoridades do Partido Republicano na quarta-feira.
As fontes, que são próximas de Hastert mas se recusaram a ter seus nomes revelados, disseram que o republicano de Illinois fará um anúncio em breve.
Líder da minoria na Câmara, a democrata da Califórnia Nancy Pelosi deve se tornar a próxima presidente da Câmara quando o Congresso se reunir em janeiro.
Hastert é o presidente da Casa desde 1999, o republicano que mais tempo ficou no cargo na história. Além da derrota eleitoral de seu partido, que perdeu o controle da Câmara após 12 anos, Hastert também teve sua reputação arranhada por causa do escândalo sexual envolvendo o deputado Mark Foley.
O comitê bipartidário de Ética da Casa ainda investiga se Hastert, seus funcionários ou outros membros da liderança republicana sabiam dos contatos inapropriados de Foley com adolescentes. Hastert negou ter cometido qualquer mau procedimento.
O preço do petróleo nos Estados Unidos encerrou com alta superior a um dólar nesta quarta-feira, this site após um recuo maior que o previsto nos estoques do país de produtos derivados.
Operadores também contabilizaram a disposição da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de implementar o atual corte na produção e tentar uma nova redução em dezembro.
Na Nymex, healing os contratos para dezembro subiram 0, this 90 dólar, para 59,93 dólares por barril. Durante o dia, as cotações oscilaram entre 58,88 e 60,30 dólares.
Em Londres, o tipo Brent também com entrega em dezembro avançou 1,11 dólar, para finalizar a 59,59 dólares por barril. Na máxima da sessão, bateu 59,85 dólares.
A Administração de Informação de Energia (AIE) dos EUA informou que os estoques de derivados, incluindo óleo para aquecimento e combustível diesel, caíram 2,7 milhões, para 138,6 milhões de barris na semana até 3 de novembro, contra uma previsão média da Reuters de queda de 500 mil barris.
A forte perda veio em meio ao recuo na produção das refinarias em um momento de queda das importações.
As eleições legislativas que colocaram os democratas no controle da Câmara dos Deputados e os deixaram perto da vitória no Senado terão pouco impacto sobre os mercados de petróleo, afirmaram especialistas.
O presidente do Equador, approved Alfredo Palacio, more about considerou nesta quarta-feira "inaceitável" a intromissão do líder venezuelano, Hugo Chávez, na disputa presidencial do país e pediu respeito à decisão dos equatorianos nas urnas.
Às vésperas do segundo turno, marcado para 26 de novembro, Chávez chamou Alvaro Noboa, magnata das bananas e líder nas pesquisas de intenção de voto, de "explorador de criancinhas", após colocar em dúvida sua vitória no primeiro turno sobre o nacionalista Rafael Correa.
Embora Chávez tenha se abstido a apoiar diretamente seu "amigo" Correa, suas palavras desataram uma saraivada de críticas de vários setores políticos, razão pela qual Palacio pediu a Chávez não se meter na disputa presidencial do Equador.
"Isso é inaceitável (a declaração de Chávez). Não pode haver interferência externa", disse o presidente equatoriano a jornalistas.
No primeiro turno, em 15 de outubro, Noboa se impôs com 26,83 por cento dos votos válidos, ante 22,84 por cento de Correa.
O Ministério de Relações Exteriores equatoriano convocou o embaixador venezuelano, Oscar Navas, para transmitir sua indignação pelas declarações de Chávez, que, até agora, havia mantido silêncio sobre a corrida presidencial no Equador.
As polêmicas declarações de Chávez deram corda aos detratores de Correa, que acreditam que uma eventual vitória dele abriria as portas de aproximação entre Caracas e Quito, colocando em risco as relações e investimentos dos Estados Unidos, primeiro parceiro comercial do Equador.
"É estranho que não perguntem o que ocorreu na Nicarágua, onde os Estados Unidos mostraram abertamente uma intromissão (…) se os Estados Unidos fazem, é bem-vindo; se a Venezuela o faz, é intromissão", criticou o representante diplomático venezuelano em Quito ao ser indagado sobre a reação do presidente equatoriano.
Uma última pesquisa da Cedatos-Gallup International mostra a Noboa com 59 por cento das intenções de voto, ante 41 por cento de Correa.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira que não fará uma "salada de frutas" na composição política do novo governo. Ele indicou que o PT poderá perder espaço, visit this ao declarar que o partido já está representado na Presidência, visit principal cargo do país.
"O governo será composto de uma forma diferente. Nós não vamos fazer uma partilha, uma salada de frutas, eu quero construir alianças com os partidos políticos, quero discutir com seriedade. O que importa são as políticas públicas que o governo vai colocar em prática", disse Lula a jornalistas ao deixar um evento sobre educação em Brasília.
"Veja, o PT vai ter a participação no governo que tem o tamanho do PT. Aliás, o PT já tem o cargo mais importante no governo que é o presidente da República, ou seja, já é uma boa representação", completou.
Lula já está realizando conversas com dirigentes partidários e governadores para desenhar a composição do novo governo e organizar uma coalizão. Ele tomou para si essas articulações.
O presidente afastou pressões para divulgar a nova equipe. "Veja, na hora em que eu tomar a decisão vocês vão saber, vai ter momento para tudo. Não vão ser as manchetes ou as notícias de que saiu fulano e entra beltrano que vão me fazer tirar ou colocar ministro. Eu tenho tempo, tenho todo o tempo do mundo, e vou fazer isso com a tranqüilidade de quem precisa acertar".
No evento que participou, Lula disse que o ministro da Educação, Fernando Haddad, estava em seu dia de "fico", sinalizando sua permanência no posto, mas na entrevista disse que apenas reagia aos apelos da platéia, que teria gritado "fica, fica" para o ministro. Afirmou ainda que não definiu um único nome para o primeiro escalão.
Indústria não preocupa
Lula também comentou o desempenho da produção industrial em setembro, divulgado na terça-feira.
"Não estou preocupado. Veja, você pegou o número da indústria de setembro. A gente não pode ficar assustado porque num mês cresceu menos. No outro, vai crescer mais", disse.
A produção industrial brasileira caiu 1,4 por cento em setembro ante agosto, após dois meses de crescimento. O desempenho pode levar à redução da estimativa de crescimento da economia.
O presidente voltou a prever que as condições para o crescimento estão colocadas, mas alertou que não há uma meta a ser cumprida. "O meu problema agora é tentar destravar todas as coisas que podem dificultar os investimentos, e eu quero ver se anuncio as medidas antes de tomar posse".
Lula está conversando com ministros para remover obstáculos a obras de infra-estrutura, principalmente no âmbito do meio ambiente. Mais de vinte grandes projetos foram paralisados ou estão em ritmo lento por esta razão.
Usiminas, more about Braskem e Companhia Siderúrgica Nacional divulgaram na quarta-feira resultados trimestrais piores. Além de motivos específicos, advice a valorização do real pesou sobre as companhias, healing reforçando críticas de empresários à política cambial.
Em 30 de junho do ano passado, a divisa norte-americana era cotada a 2,334 reais, caiu 4,5 por cento no terceiro trimestre de 2005 e mais 2,65 por cento até 31 de setembro deste ano, encerrando o terceiro trimestre a 2,171 reais.
Analistas esperam que o dólar feche o ano ainda abaixo desse nível, a 2,16 reais.
O lucro da CSN caiu 35,4 por cento no terceiro trimestre frente ao mesmo período de 2005.
A Braskem, maior petroquímica da América Latina, teve prejuízo de 65 milhões de reais e reverteu o lucro de 46 milhões de reais de um ano antes.
O ganho da Usiminas recuou quase 9 por cento no período de julho a setembro, na comparação com o terceiro trimestre de 2005, e 32 por cento no acumulado dos nove meses, também frente ao ano passado, acompanhado por queda da receita líquida.
"Essa queda, não obstante o maior volume comercializado, decorreu dos preços médios mais baixos e do reflexo negativo do câmbio pela valorização do real frente ao dólar, deteriorando a receita das exportações", afirmou a Usiminas em comunicado.
O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) publicou na véspera um relatório afirmando que os dados de produção industrial em setembro, com queda superior ao projetado, sugerem que a valorização excessiva do real estaria afetando o segmento.
"Se, de fato, a queda de 4,5 por cento da produção de bens de consumo duráveis estiver relacionada ao esmorecimento das exportações apurado em setembro e à concorrência das importações incentivadas pelo valor da moeda nacional, maiores cuidados na política cambial tornar-se-ão agora absolutamente urgentes", afirmou a entidade.