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Economia

Queda na produção desacelerou crescimento da economia alemã no fim de 2007

Arquivo Geral

28/01/2008 0h00

O Bundesbank (autoridade monetária da Alemanha) informou hoje em seu boletim mensal de janeiro que a queda da produção desacelerou o crescimento da Alemanha nos últimos meses de 2007. Segundo a entidade alemã, help no último trimestre de 2007 a indústria manteve o “alto nível de produção” registrado em meados do ano, viagra 40mg mas houve uma queda de 1% em novembro.

No período outubro-novembro a produção industrial subiu 0,5% em relação ao trimestre anterior, apoiada no aumento da fabricação de bens de investimento, principalmente no setor de bens de capital.

O setor da construção também registrou uma queda de 1% nos meses de outubro e novembro em comparação com o terceiro trimestre do ano.

O consumo privado e os investimentos no setor da construção caíram nos últimos meses do ano, e observou-se um retrocesso nas vendas no varejo e nas importações, comparado com o terceiro trimestre de 2007.

No entanto, as exportações registraram um aumento, o que contribuiu para o crescimento da economia nos últimos meses, segundo o banco.

O Produto Interno Bruto (PIB) real cresceu na Alemanha 2,5% no ano passado, enquanto a situação do mercado de trabalho se manteve estável.

Foram criados 649 mil postos de trabalho em 2007, um nível similar ao do ano anterior.

Neste contexto, o Bundesbank informou que o desemprego caiu de maneira “considerável” em dezembro, algo que atribuiu a efeitos extraordinários da estação.

Em 2007, a taxa média de desemprego se situou em 9%, em comparação com 10,8% do ano anterior.

Em relação aos preços das matérias-primas, como o petróleo, a autoridade monetária advertiu que, após uma leve contração em dezembro, subiram novamente com força no começo do ano.

Isto se deve, em parte, ao “aumento das tensões geopolíticas”, assim como à queda das reservas de petróleo nos Estados Unidos, segundo o Bundesbank.

Em dezembro, no entanto, os preços de produtos de consumo caíram 0,3% devido ao barateamento dos combustíveis e do gasóleo de calefação.

Quanto ao preço dos alimentos, o aumento foi “notavelmente menor” ao característico do mês de dezembro.

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