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Economia

Putin diz que crise global não altera planos estratégicos russos

Arquivo Geral

20/11/2008 0h00

O primeiro-ministro russo, cost Vladimir Putin, page afirmou nesta quinta-feira (20) que a crise econômica global não vai alterar os planos estratégicos do país, link em seu relatório perante o décimo congresso da legenda governista, Rússia Unida.

Putin comparou a crise com um “desastre natural”, mas se mostrou confiante de que o país cumprirá suas tarefas estratégicas, entre elas aumentar o nível de vida da população.

O chefe de Governo, que formalmente não é militante da Rússia Unida, preside pela primeira vez um congresso da legenda governista.

Em seu discurso, Putin advertiu que o futuro político da Rússia Unida dependerá diretamente de como se enfrenta a crise econômica global e fez uma chamada para que se empregue todos os esforços nesta tarefa.

“Faremos todo o possível para que não se repitam os problemas, o colapso, de anos passados”, disse o primeiro-ministro.

Perante mais de 600 delegados e 1.500 convidados no Congresso, o chefe de Governo russo ressaltou que o país conta com os recursos suficientes para financiar a economia do país.

“Em condições de crise financeira internacional, os bancos ocidentais tiveram grandes dificuldades e hoje temos que resolver os problemas de financiamento das companhias e empresas nacionais com recursos próprios”, disse Putin.

O premier assegurou que as autoridades apoiarão o rublo, a moeda nacional, que nos últimos meses se desvalorizou de maneira considerável frente ao dólar.

O congresso do partido governista, que tem com 315 das 450 cadeiras da Duma, contou com a presença do presidente da Rússia, Dmitri Medvedev, que em sua mensagem definiu a principal tarefa das autoridades do país: “Superar as conseqüências da crise global”.

“Neste complexo período, o Estado vai cumprir seus compromissos sociais perante os cidadãos”, disse o presidente, que estará no Brasil para visita oficial na próxima semana.

O presidente russo propôs várias emendas constitucionais, entre elas, a ampliação de quatro para seis anos da gestão presidencial e de quatro para cinco da duração da legislatura, ambas ainda em processo de aprovação.

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