Economia

Produção industrial cresce em 12 de 14 regiões em maio, segundo IBGE

Por Arquivo Geral 11/07/2006 12h00

Atualizada às 16h18

Ao menos 170 pessoas morreram e outras centenas ficaram feridas hoje quando sete bombas explodiram em trens metropolitanos lotados de Mumbai, pharm sales o centro financeiro da Índia, remedy disseram autoridades.

Nenhum grupo havia reivindicado o ataque, viagra que ocorreu na hora do rush do fim da tarde e foi o pior a atingir a cidade em mais de uma década.

As suspeitas, no entanto, devem recair nos militantes muçulmanos que lutam pela independência da região da Caxemira. Esses grupos já foram responsabilizados por vários ataques a bomba na Índia no passado.

O comissário de polícia A.N. Roy disse que o total de mortos é de 135, e o ministro Vilasrao Deshmukh, principal autoridade eleita do Estado, disse que havia cerca de 300 feridos.

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"Não temos certeza se foi RDX ou não", disse Roy, referindo-se ao possível uso de poderosos explosivos plásticos.

As explosões aconteceram com um intervalo de menos de dez minutos. Os passageiros fugiram desesperados pelas estações e as linhas telefônicas ficaram congestionadas.

Imagens da TV mostravam vagões destruídos e pessoas ensangüentadas carregando os mortos e feridos debaixo de uma chuva constante. Segundo a imprensa local, as explosões parecem ter tido como alvo os vagões de primeira classe.

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Um policial foi filmado carregando o que parecia ser partes de corpos humanos. Segundo a mídia local, as explosões foram nos vagões da primeira classe. Centenas de passageiros atordoados andavam ao longo das linhas de trem.

"As explosões aconteceram quando os trens estavam mais lotados", disse D.K. Shankaran, secretário-chefe do Estado de Maharashtra, do qual Mumbai é a capital.

O premiê Manmohan Singh pediu calma, e Sonia Gandhi, líder do principal partido do Congresso, manifestou seu pesar. "Peço às pessoas que não acreditem em boatos e que prossigam normalmente com suas atividades", disse o premiê, que chamou os ataques de um "ato vergonhoso".

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As explosões aconteceram nos subúrbios do oeste de Mumbai, ligados às áreas do centro da cidade por uma rede ferroviária que é usada por cerca de 6,5 milhões de pessoas por dia.

"Controlamos as chamas em todos os locais e agora estamos levando os feridos aos hospitais", disse à Reuters A. Jhandwal, chefe do Corpo de Bombeiros de Mumbai. Sobreviventes em choque, com ferimentos na cabeça, pernas e braços, esperavam por socorro nas estações, e não havia sinal do atendimento de emergência.

"Ouvimos um forte barulho em um dos compartimentos do trem. Quando corremos para lá, vimos gente com membros decepados e ferimentos horríveis", disse uma testemunha à emissora CNN-IBN. "Não havia polícia nem funcionários da ferrovia para ajudar."

Segundo as autoridades, foram atingidas cinco composições e duas estações. O primeiro ataque aconteceu às 18h24 (8h54 pelo horário de Brasília), e os outros ocorreram logo em seguida. "Parece ter sido tudo planejado", disse à CNN-IBN Anil Sharma, comissário-chefe de segurança da Western Railway.

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O primeiro-ministro Singh convocou imediatamente uma reunião de emergência. "A segurança foi colocada em alerta máximo", disse o secretário do Interior, V. K. Duggal, antes da reunião.

Horas antes das explosões, supostos militantes islâmicos mataram sete pessoas, a maioria turistas, numa série de ataques a granada na principal cidade da Caxemira indiana, Srinagar, afirmou a polícia. A Caxemira foi dividida entre a Índia e o Paquistão pouco depois de os dois países declararem independência da Grã-Bretanha, em 1947, mas ambos reivindicam a totalidade do território.

O Ministério das Relações Exteriores do Paquistão emitiu uma nota dizendo que o presidente Pervez Musharraf e o premiê Shaukat Aziz condenam veementemente o "ataque terrorista" em Mumbai.

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A cidade de cerca de 17 milhões de habitantes, que antes era chamada Bombaim, foi atingida por ataques a bomba no passado. Em 1993, mais de 250 pessoas morreram em explosões na cidade, atribuídas pelas autoridades a gangues criminosas.

 

Um grupo ligado à Al Qaeda no Iraque divulgou imagens de corpos de dois soldados norte-americanos mortos em junho, cialis 40mg e dedicou o vídeo à garota iraquiana morta e estuprada por militares dos Estados Unidos. Comandantes dos EUA chamaram o filme de "barbárie".

O vídeo, divulgado hoje pelo Conselho Mujahideen Shura no Iraque em um site islamista, mostra os corpos de dois homens com aparência ocidental vestidos com uniformes camuflados. Não ficou claro nas imagens se são, de fato, soldados dos EUA.

Um dos corpos foi decapitado. Os dois estão ensangüentados e em diversas partes falta carne. Também aparecem homens não identificados pisando sobre os cadáveres.

"Apresentamos esta produção, com os restos dos corpos de soldados americanos sequestrados perto de Yusufiya, como vingança por nossa irmã, cuja honra foi violada por um soldado do mesmo regimento", disse o Conselho em comunicado que acompanha as imagens.

O vídeo começa com uma declaração do líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden. A voz de seu vice no Iraque, Abu Musab Al-Zarqawi, morto recentemente, também pode ser ouvida.

Os militares dos EUA divulgaram um comunicado em Bagdá dizendo: "Condenamos a divulgação do vídeo nos termos mais fortes possíveis; isso demonstra a natureza brutal e bárbara dos terroristas e seu completo desrespeito pela vida humana".

Os soldados Kristian Menchaca e Thomas Tucker, seqüestrados e mortos no Iraque, eram da mesma unidade que os cinco norte-americanos acusados agora pelo estupro e assassinato de uma garota iraquiana, e pelas mortes de três pessoas de sua família, em março. Abeer al-Janabi, de 14 anos, seus pais e uma irmã de 6 anos foram mortos em casa por volta do dia 12 de março.

O ex-soldado Steven Green alegou inocência em uma corte civil da acusação de estupro e de cinco acusações de assassinato. A investigação militar sobre a morte da família perto de Mahmudiya começou há pouco tempo, e só foi lançada quando o soldado falou sobre o caso durante um aconselhamento de estresse, depois das mortes de junho na unidade.

Além de Green, outros quatro soldados do 502º Regimento de Infantaria também enfrentam acusações de estupro e assassinato, além de uma quinta acusação por não terem reportado o caso.

Militantes costumam divulgar vídeos que afirmam mostrar ações de "vingança".

Autoridades dos EUA disseram que não têm pistas sobre as mortes de Tucker e Menchaca, que foram seqüestrados quando seu posto militar foi invadido, e de um terceiro soldado morto em 16 de junho.

 

O Irã não está considerando uma suspensão de seu programa de enriquecimento de urânio como parte de uma solução para o impasse nuclear com Washington e seus aliados, thumb disse hoje o vice-chanceler iraniano em Pequim.

Manuchehr Mohammadi, em visita à China, disse que o Irã estava esperando por "esclarecimentos" sobre um pacote oferecido pelos países ocidentais em um esforço para conter o programa nuclear do Irã.

Mas Mohammadi disse que o Irã não estava considerando congelar suas atividades de enriquecimento de urânio como parte de uma solução.

"Nós fizemos isso antes, fizemos isso por dois anos e meio. Foi provado que não funciona", disse.

Os Estados Unidos, que acusam Teerã de trabalhar secretamente para fabricar armas nucleares, exigiu uma resposta clara do Irã antes da cúpula do Grupo dos Oito (G8), neste fim de semana, na Rússia, se não quiser enfrentar uma ação do Conselho de Segurança da ONU.

Mohammadi disse ainda que o tratado de não proliferação nuclear pode virar "um documento inútil" se os direitos de atividades nucleares pacíficas não forem respeitados.

 

Um homem fugiu de uma prisão no estado de Arkanasas, sildenafil Estados Unidos, visit this e deixou uma rosa, feita de papel higiênico, para os agentes carcerários.

Luis Camacho-Mendoza responde por tráfico de drogas e foi encontrado pela polícia escondido dentro de um armário, com uma fronha na cabela. Ele agora deverá ser deportado para o México.

Segundo os policiais, o prisioneiro deixou a flor por ter se sentido culpado pela escapada. Os investigadores afirma ainda que era um trabalaho artesanal muito bonito.


 

O russo Vladimir Soloveichik recebeu alguns visitantes inesperados: um grupo de oficiais dizendo-lhe que deveria se apresentar imediatamente para servir às Forças Armadas.
Amigos dele também receberam intimações semelhantes. Todos têm duas coisas em comum: moram em São Petersburgo, this local que sedia, pharmacy a partir deste final de semana, order a cúpula do Grupo dos Oito (G8), e são da oposição, o tipo de pessoa que a polícia não deseja ver atrapalhando o evento.

"Neste momento, há policiais e oficiais do quadro de alistamento tentando entrar no meu apartamento", afirmou Soloveichik por telefone. "Essas são táticas para provocar medo e impedir que eu participe (de protestos a serem realizados durante a cúpula)".

As Forças Armadas russas têm o direito de exigir que reservistas, como Soloveichik, freqüentem cursos pequenos de recapacitação. Mas, em geral, a convocação nunca é imposta à força.

Como aconteceu em outros países que receberam a cúpula do G8, a Rússia montou um anel de isolamento em redor do palácio localizado perto de São Petersburgo e no qual o presidente norte-americano, George W. Bush, e outros líderes mundiais devem começar a chegar, na sexta-feira à tarde.

O terrorismo representa um medo real. No ano passado, homens-bomba atingiram o sistema de transporte público de Londres no momento em que o G8 reunia-se na Grã-Bretanha.

Rebeldes da Chechênia – apesar de enfraquecidos depois da morte de Shamil Basayev, anunciada ontem – já mataram centenas de civis no país.

A Rússia, novamente seguindo o padrão criado por outros países, afirmou aos manifestantes antiglobalização presentes em todas as cúpulas do tipo: vocês podem realizar protestos, mas apenas no local reservado para isso.

Mas ativistas russos dizem que as autoridades do país agem com "força desproporcional". Segundo denunciam, policiais e outros membros das forças de segurança passaram a intimidá-los para que fiquem longe das ruas neste final de semana.

O presidente russo, Vladimir Putin, já é acusado por alguns de seus parceiros no G8 de ferir as liberdades democráticas e os direitos civis. A realização de uma ampla operação policial em São Petersburgo pode piorar ainda mais a reputação do dirigente.

Questionado por repórteres ontem sobre se a polícia estava pressionando os ativistas, o vice-ministro russo do Interior, Alexander Chekalin, respondeu: "Essa afirmação é do reino da suposição". "As ações da polícia estão de acordo com a situação que se apresenta. A situação demanda medidas específicas, algumas vezes mais intensas. Algumas vezes, essa situação exige que visitemos uma família no apartamento dela", afirmou.

Sergei Chekunov, do Partido Nacional Bolchevique, um grupo radical, afirmou ter recebido a visita de um policial em sua casa. "Ele me disse que, se nós tentarmos provocar problemas na época da cúpula – e essas foram as palavras exatas dele –, eles jogariam nossos corpos no mar", afirmou Chekunov.

Duas ativistas de um outro grupo radical foram condenadas a dez dias de prisão por vandalismo. Elas distribuíam panfletos antiglobalização em São Petersburgo.

Em uma operação batizada de "Escudo", a polícia russa vem usando tecnicalidades jurídicas para tirar de trens e aviões pessoas que tentam chegar a São Petersburgo a fim de participar dos protestos, afirmou um site de um grupo ativista.

O governo reservou um ginásio de esportes em São Petersburgo para a realização das manifestações. O ginásio fica a cerca de 25 quilômetros do Palácio Constantine, onde acontecerá a cúpula. Ali, a maior preocupação das forças de segurança é com a possibilidade de que aconteça um atentado terrorista.

Perto do palácio há várias cabanas de madeira em cujos jardins vivem galinhas. Os moradores dessa área viram-se atirados no meio de uma grande operação militar. Baterias de mísseis antiaéreos foram colocadas em um campo localizado a alguns metros das casas. Helicópteros sobrevoam a região a cada 15 ou 20 minutos. Navios da Marinha estão ancorados na costa, perto dali.

Uma cerca de madeira e fios com cinco metros de altura separa a cidade de Strelna do palácio. Homens uniformizados patrulham as ruas dela.

"Eles olham todos os detalhes e até pedem que as pessoas descrevam seus cães. Eles não me disseram por que pediram isso", afirmou Olga, de 24 anos, uma curadora de museu que vive perto do palácio. "Parece que a cidade está sob ocupação."

 

Integrantes da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPI) dos Sanguessugas que estão em Cuiabá (MT) já se encontram na Assembléia Legislativa do estado para a tomada de depoimentos dos empresários Darci José Vedoin e Luiz Antônio Trevisan Vedoin.

Darci José e o filho Luiz Antônio são os principais acusados de participar do esquema de fraudes em licitações para venda de ambulâncias para prefeituras municipais a preços superfaturados. Os veículos seriam adquiridos por meio de emendas apresentadas por parlamentares ao Orçamento da União e de licitações fraudulentas que contariam com a participação de empresas da família Vedoin, this site como a Planam e a Santa Maria.

Na manhã de ontem, treat os integrantes da comissão tomaram o depoimento da ex-assessora do Ministério da Saúde Maria da Penha Linho. Ela não confirmou a participação de parlamentares no esquema, ao contrário do que teria afirmado em depoimentos prestados anteriormente às autoridades policiais.

A produção industrial brasileira avançou em 12 das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em maio, seek na comparação com o mesmo período do ano passado.

Apenas Rio Grande do Sul e Amazonas registraram taxas negativas no período.

Nove regiões registraram crescimento acima da média nacional, symptoms de 4, shop 8%. São Paulo, por exemplo, registrou aumento de 6,7%. O Pará teve a maior taxa de expansão (17,9%), seguido por Goiás (9,3%) e Minas Gerais (8,5%).

Na quinta-feira da semana passada, o IBGE informou que a produção industrial cresceu 1,6% em maio sobre abril e avançou 4,8% em relação ao mesmo período de 2005. Nesta manhã, o instituto detalhou os números.

 






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