O presidente do Banco Mundial (BM), viagra dosage Robert Zoellick, elogiou as medidas adotadas pelo Brasil para combater a mudança climática, afirmando que o país “está pondo em prática políticas e programas que reduzem o desmatamento”.
O Brasil é um dos países convidados para a cúpula do Grupo dos Oito (G8, sete nações mais ricas do mundo e a Rússia), que será realizada em julho em Hokkaido (norte do Japão).
Zoellick também elogiou o México, outra das nações convidadas à cúpula, o qual “adotou uma estratégia ampla contra a mudança climática e trabalha em planos específicos”.
As declarações foram feitas hoje antes do início da reunião de ministros de Finanças do G8 realizada em Osaka (centro do Japão).
No encontro, Japão, Estados Unidos e Reino Unido reivindicaram o maior apoio financeiro possível, sobretudo dos países ricos, ao novo fundo milionário que apóiam para promover energias limpas no mundo em desenvolvimento.
O secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, e o ministro da Economia britânico, Alistair Darling, concordaram em que “é preciso atuar” para conseguir US$ 10 bilhões a fim de ajudar os países em desenvolvimento a estabelecer programas de redução de emissões de CO2.
Zoellick e o titular de Finanças japonês, Fukushiro Nukaga, também concordaram em que é necessário disponibilizar ajuda aos países mais pobres.
Japão, Reino Unido e Estados Unidos promovem o chamado Fundo de Tecnologias Limpas, que seria administrado pelo BM.
Seus responsáveis econômicos mantiveram uma reunião em Osaka (centro do Japão), pouco antes do início da reunião de ministros de Finanças do Grupo dos Oito (G8, sete países mais ricos do mundo e a Rússia), para tentar convocar o maior número possível de nações para esse novo instrumento contra a mudança climática.
Em entrevista coletiva conjunta, Paulson disse que “a atenção maior deve ser dada ao mundo em desenvolvimento, que é o maior emissor”, e apontou que a intenção é arrecadar até US$ 10 bilhões com a cúpula do G8 que será realizada em julho em Hokkaido (norte do Japão).
O secretário do Tesouro disse que espera conseguir o apoio do G8 e de outras nações, inclusive o de países em desenvolvimento.
Japão, Reino Unido e EUA seriam os principais doadores desse novo fundo contra a mudança climática, com contribuições que beirariam US$ 1 bilhão ou US$ 2 bilhões cada.
“A mudança climática é uma das questões que devem ser tratadas com mais urgência e as nações em desenvolvimento são as que precisam de uma maior assistência”, indicou Nukaga, que pediu que “o maior número possível de países” contribua.
Por sua parte, Zoellick e Darling insistiram em que os efeitos da mudança climática são especialmente visíveis no mundo em desenvolvimento, que sofre o maior número de desastres naturais, como inundações ou secas.
“Espero que, em duas semanas, tenhamos alcançado maiores progressos”, disse o ministro britânico, em referência à cúpula do G8 que será realizada entre 7 e 9 de julho e incluirá, além disso, uma reunião internacional contra a mudança climática.