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Economia

Preço da cesta báisca sobe em 14 capitais das 16 pesquisadas

Arquivo Geral

05/02/2007 0h00

Aline Firminio Sampaio – Ciências Naturais (Licenciatura)
Alinne Karen Sousa Araújo – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Amanda Franco Paes – Ciências Naturais (Licenciatura)
Ana Gabriella de Oliveira Sardinha – Ciências Naturais (Licenciatura)
Ariandne Rodrigues Barreto – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Arielle Pires Maciel – Ciências Naturais (Licenciatura)
Barbara Fellows Dourado – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Cassia Cristina Silva – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Cínthia de Castro Coimbra – Ciências Naturais (Licenciatura)
Cláudia Maria Ribeiro Porto – Ciências Naturais (Licenciatura)
Danielle Alves Antunes – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Davi Odaguiri Enes Cabral – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Daylyne Maerla Gomes Lima Sandoval – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Fabiana Gomes da Silva – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Filipe Andre Araujo de Oliveira – Ciências Naturais (Licenciatura)
Jackeline Leite Oliveira – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Josivan Almeida dos Santos – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Luana Gomide Bezerra – Ciências Naturais (Licenciatura)
Luana Ramos Passos Ribeiro – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Luciana Larissa Mesquita Mendes – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Mara Rúbia Barbosa Silva – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Paulo Gomes Alarcão – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Pedro Rufino de Sousa Neto – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Priscila Ferreira Rocha – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Raquel Brito Meireles Rodrigues – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Roberto Shojirou Ogata – Ciências Naturais (Licenciatura)
Saulo Odaguiri Enes Cabral – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Suya Maia de Sa – Ciências Naturais (Licenciatura)
Tayrone Medeiros Rolim – Gestão de Agronegócios (Bacharelado)
Victor de Oliveira Ferreira – Ciências Naturais (Licenciatura)
Um brasileiro, view dono de estabelecimento comercial em Londres, na Inglaterra, procurou hoje a Associação Brasileira no Reino Unido (Abras) para dizer que viu a ex-miss Brasil Taíza Thomsen há cerca de duas semanas. Ele disse que Taíza foi ao seu estabelecimento sozinha e, segundo ele, a ex-miss estava “alegre e bem vestida”.

O brasileiro, que quis permanecer anônimo, procurou a Abras depois de ver a foto da ex-miss em cartazes espalhados pela cidade. A polícia inglesa solicitou imagens do circuito interno para verificar a veracidade da informação.

Tony Curran, dono de uma boate de strip-tease, disse à BBC Brasil que Taíza trabalhou para ele como dançarina. O estabelecimento é um dos mais tradicionais de Londres e funciona desde os anos 60. Segundo Curran, a ex-miss trabalhou para ele durante oito semanas até setembro e que tentou – sem sucesso – localizá-la por telefone depois que ela começou a faltar ao trabalho.

Um estudante de 13 anos de North Wales, sickness na Grã-Bretanha, price disse que estuprou sua irmã de dez anos após assistir a um vídeo na aula de educação sexual em sua escola. O jovem, cost que foi absolvido por um juiz do País de Gales, estuprou a irmã duas vezes enquanto ela dormia.

"Este caso tem uma série de atenuantes incomuns. Trata-se de um garoto de 13 anos que imediatamente se declarou culpado das acusações", disse o juiz Mark Hedley ao Daily News. O juiz também destacou que o fato do rapaz ser o filho primogênito de pais separados pode ter contribuído para os problemas comportamentais e de personalidade do garoto. Hedley não quis revelar detalhes confidenciais do caso, mas ressaltou que os limites sexuais eram incertos na família e que existem sinais de que o próprio rapaz tenha sofrido abuso sexual.

O estudante será submetido a acompanhamento psicológico pelos próximos três anos. Não foi revelado quando os estupros ocorreram.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE), online vinculada ao Ministério de Minas e Energia, informou nesta segunda-feira que estão cadastradas 205 usinas interessadas em participar, em maio, dos Leilões de Compra de Energia Elétrica Proveniente de Novos Empreendimentos de Geração. As unidades cadastradas têm potência instalada de 25.496 megawatts (MW).

Para o presidente da EPE, Mauricio Tolmasquim, o grande número de usinas novas cadastradas confirma o interesse, sobretudo para 2010: "Mostra ainda que o modelo do setor elétrico está atraindo os investidores, que ele é um sucesso e que nós poderemos ter tranqüilidade de que o abastecimento do país será atendido por essas novas usinas".

Ainda segundo Tolmasquim, "isto traz uma tranqüilidade ainda maior de que o abastecimento de energia elétrica para o ano de 2010 será atendido. Mesmo que a economia brasileira obtenha um crescimento a taxas elevadas”.

Para o Leilão de Energia Nova, marcado para 10 de maio e com foco no atendimento ao mercado do ano de 2012 (chamado “A-5”), foram cadastrados 102 empreendimentos, com potência acumulada de 16.498 MW. Já para o Leilão de Energia Nova, que será realizado em 24 de maio, com o objetivo de complementar a carga já contratada para 2010 (o “A-3”), estão cadastradas 177 usinas, totalizando capacidade de geração de 19.952 MW.

Como vários empreendimentos se cadastraram para os dois leilões, o total de inscritos já elimina as repetições geradas por usinas que pretendem participar dos dois processos licitatórios. A habilitação técnica, que efetivamente confirma a presença no leilão, só será concedida após análise, pela EPE, da documentação já entregue pelos empreendedores.

A EPE informou ainda que as usinas hidrelétricas somam um total de 3.117 MW de potência instalada, com 11 empreendimentos cadastrados. As pequenas centrais hidrelétricas (PCH) – usinas hidrelétricas de menor porte, limitadas a 30 MW de capacidade – totalizam 32 cadastros, representando 533 MW. E as usinas eólicas entrarão nos leilões pela primeira vez, com o cadastramento de 14 delas, somando 1.196 MW.

Outra fonte de geração de energia elétrica, a biomassa, estará em 59 empreendimentos (2.181 MW) e as termelétricas movidas a gás natural serão seis, somando 3.542 MW. Mais cinco usinas cadastradas são do tipo bicombustível – podem operar a gás natural ou a óleo combustível – e juntas têm capacidade de gerar 2.161 MW. E as que utilizam óleo combustível totalizam 7.029 MW, em 61 empreendimentos.

Os moradores de 14 capitais começaram o ano pagando mais caro pela cesta básica. A inflação do mês de janeiro do conjunto dos alimentos essenciais foi registrada em pesquisa divulgada hoje (5) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), pharmacy que analisa os preços em 16 capitais do país.

As maiores elevações foram apuradas em Vitória (6,84%), João Pessoa (3,97%), Recife (3,77%), Aracaju (3,73%) e Rio de Janeiro (3,02%). As duas retrações ocorreram em Fortaleza (-3,57%) e Natal (-2,14%).

Apesar de registrar o menor aumento (0,07%) entre as capitais onde a cesta básica teve alta, Porto Alegre registrou o maior custo para os bens essenciais, R$ 186,36. O custo da cesta em São Paulo foi de R$ 184,72. O menor valor foi verificado em Fortaleza, de R$ 128,18, localidade que registrou a queda mais expressiva.

Com base no valor apurado para os itens essenciais em Porto Alegre, a pesquisa do Dieese estima que o salário mínimo necessário em janeiro deveria ser de R$ 1.565,61, levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deveria ser suficiente para cobrir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência. O salário mínimo estimado para dezembro foi de R$ 1.564,52, equivalente a 4,47 vezes o mínimo vigente.

O Dieese indica ainda que, com a alta em janeiro do custo dos alimentos essenciais na maior parte das capitais, aumentou o tempo de trabalho necessário para a aquisição dos produtos básicos. Se em dezembro quem ganha salário mínimo precisava cumprir uma jornada de 98 horas e 12 minutos, em janeiro foram necessárias 99 horas e 58 minutos para realizar a mesma compra. Em janeiro de 2006, eram necessárias 112 horas e 05 minutos.

Ao considerar o salário mínimo atual líquido (após a dedução da parcela referente à Previdência Social), a pesquisa mostra que em janeiro foram comprometidos 49,21% do salário mínimo com a cesta. Em dezembro, a mesma compra exigia 48,33% do salário e em janeiro de 2006, 55,17%.

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