O barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, physician leve) bateu hoje um novo recorde, seek ao subir 0, stuff 7% e fechar a US$ 100,74 no mercado de Nova York devido a uma preocupação sobre o nível de oferta nos próximos meses e à espera de comprovar amanhã se subiram as reservas nos Estados Unidos na semana passada.
O valor dos contratos de WTI para entrega em março, que expiraram hoje, chegou a alcançar US$ 101,32 pouco antes de terminar a atividade no pregão da Bolsa Mercantil de Nova York (NYMEX), em um ambiente de notável volatilidade.
Os contratos com entrega prevista para abril, que serão tomados como referência a partir de amanhã, tocaram os US$ 100,86 por barril pouco antes de fechar a US$ 99,70.
Já os para entrega em maio subiram até US$ 100,31, embora tenham terminado a sessão US$ 1 abaixo desse valor.
A forte tendência de alta dos preços não esteve acompanhada nesta ocasião por um encarecimento dos combustíveis, como ocorreu no pregão anterior.
Os contratos de gasolina para março sofreram queda de US$ 0,01 e finalizaram a US$ 2,5852 o galão (3,78 litros), enquanto os de gasóleo de calefação diminuíram também US$ 0,01 e fecharam a US$ 2,7546.
Os contratos de gás natural para março ficaram a US$ 8,96 por mil metros cúbicos, US$ 0,01 a menos que na terça-feira.
Alguns analistas se mostraram surpresos com a decidida escalada dos preços do petróleo nas últimas sessões, em momentos em que se prevê uma menor atividade econômica nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos, o que poderia reduzir a demanda de petróleo e ajudaria a torná-lo mais barato.
Chamam a atenção ainda o fato de que as reservas de petróleo tenham aumentado nas últimas semanas, embora o consumo de gasolina nos Estados Unidos tenha diminuído.
Phil Flynn, analista da firma Alaron Trading, indicou hoje a seus investidores que a tendência de alta no preço do petróleo não tem relação com o nível atual de oferta, e sim com a percepção de que em um futuro poderia diminuir.
Em relação à forte alta, de quase 5%, registrada na terça-feira pelo preço do petróleo, considerava que “foi mais emocional que baseada em fatos”, mas se referiu a um aumento da tensão na Nigéria como outro fator que causou o encarecimento.
Os operadores nova-iorquinos ficaram hoje à espera de conhecer os dados mais recentes do Departamento de Energia americano relativos a reservas de petróleo, gasolina e destilados armazenados nos EUA.
Os analistas prevêem um aumento de mais de dois milhões de barris nas reservas de petróleo, um crescimento mais moderado nas de gasolina e uma queda superior a um milhão de barris em reservas de destilados, incluindo gasóleo de calefação.
Na última semana, que terminou em 8 de fevereiro, as reservas de petróleo aumentaram em pouco mais de um milhão de barris, menos do que o mercado esperava, o que fez com que já na última semana os preços disparassem em alta.
Somaram-se a isso outras expectativas de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) poderia cortar a produção em março, em previsão da tradicional queda da demanda global registrada no segundo trimestre do ano.
O forte encarecimento do petróleo e dos combustíveis também teve relação com o enfraquecimento do dólar perante o euro e outras divisas, o que costuma encorajar o investimento em matérias-primas que, como o petróleo ou o ouro, são negociadas em dólar.