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Economia

Petróleo fecha estável, apesar da retomada do bloqueio naval dos EUA ao Irã

Mercado acompanha retomada do bloqueio aos portos iranianos e mudanças na estratégia americana para o Estreito de Ormuz, enquanto FMI alerta para impactos econômicos do conflito

Redação Jornal de Brasília

15/07/2026 17h08

Foto: DELIL SOULEIMAN / AFP

Foto: DELIL SOULEIMAN / AFP

Os preços do petróleo fecharam sem rumo claro nesta quarta-feira (15), com os investidores sem compreender a estratégia dos Estados Unidos no Oriente Médio, depois da retomada do bloqueio aos portos iranianos e da desistência do plano de cobrança de pedágio no Estreito de Ormuz.

O barril de Brent do Mar do Norte para entrega em setembro fechou a 84,95 dólares (+0,26%).

Seu equivalente dos Estados Unidos, o West Texas Intermediate (WTI), subiu 0,33%, fechando a 79,60 dólares o barril.

No começo da semana, o presidente americano, Donald Trump, anunciou uma cobrança de pedágio de 20% para embarcações que cruzassem o estreito. No entanto, desistiu deste plano em seguida.

Os Estados Unidos também retomaram o bloqueio dos portos iranianos em meio a novos ataques.

Embora “as duas partes tenham reivindicado o controle sobre o Estreito de Ormuz, não há dúvida de que Teerã está em posição de atacar navios que tentarem cruzar a passagem marítima”, disse David Morrison, analista da Trade Nation.

Como resultado, apenas 13 navios comerciais cruzaram o estreito na terça-feira, segundo a Kpler.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) advertiu, em uma análise publicada nesta quarta-feira, que as novas hostilidades no Oriente Médio poderiam ter fortes repercussões na economia global e no mercado petrolífero.

AFP

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