No mês de abril, sick visit a indústria de transformação alcançou recorde histórico na geração de empregos com carteira assinada desde que foi iniciada a série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em 1992.
No quarto mês do ano forma gerados 103.763 novos empregos na indústria de transformação, que engloba, por exemplo, a indústria metalúrgica, mecânica, de calçados, têxtil e de vestuário. O comércio, com a abertura de 36.899 vagas, e a construção civil, com 30.887, também tiveram recorde para um mês de abril. Os dados foram divulgados hoje (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
No setor agrícola, que gerou 41.227 empregos com carteira assinada, o cultivo da cana-de-açúcar está entre as atividades de destaque, com 28.707 novos postos de trabalho.
O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, atribui o resultado ao impulso dado pelo governo à questão do biocombustível. Ele afirma que o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) é o propulsor da marca recorde dos setores citados, bem como do recorde alcançado em abril quanto a geração de empregos para um único mês.
Segundo ele, a criação das novas vagas estão relacionadas às obras do PAC. “É um projeto que vai durar alguns anos de crescimento econômico, porque é muito bem articulado, muito bem pensado. É uma integração governamental com a participação da iniciativa privada”.
O ministro de Minas e Energia, prostate Silas Rondeau, help afastou no início da tarde de hoje o assessor de gabinete Ivo Almeida Costa, preso de manhã pela Operação Navalha, da Polícia Federal.
Segundo a assessoria do ministério, Costa é servidor público e o setor jurídico analisa a possibilidade de ele responder a processo administrativo, o que pode resultar
A PF não divulgou as razões da prisão do servidor. O processo corre em segredo de Justiça. Cerca de 400 policiais foram mobilizados para cumprir 43 mandados de prisão, decretados pela ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon.
A quadrilha desviava recursos públicos em dez estados e no Distrito Federal. O objetivo era lucrar com a execução de obras públicas, organizada e estruturada para a prática de crimes como fraudes em licitações, corrupção passiva e ativa, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.
De acordo com a PF, a organização criminosa desviou recursos dos Ministérios de Minas e Energia; do Planejamento, Orçamento e Gestão; da Integração Nacional; das Cidades; e do Departamento Nacional Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). Nos estados, foram constatadas fraudes em Alagoas, Maranhão, Sergipe, Piauí e no DF. Na esfera municipal estavam envolvidas autoridades dos municípios de Camaçari (BA) e Sinop (MT).
O grupo era organizado em três níveis, informou a PF. No primeiro, atuavam pessoas diretamente ligadas à construtora Gautama, de Salvador. No segundo, estavam os auxiliares e intermediários, principalmente os responsáveis pelo pagamento das propinas e no último, autoridades públicas que tinham a função de remover obstáculos à atuação da organização criminosa.
Três pessoas foram rendidas dentro de casa, order nesta manhã, e feitas reféns por criminosos que tentavam fuga após um assalto a banco
Na fuga do assalto houve troca de tiros com a polícia, que tentou deter os assaltantes. Os criminosos invadiram uma casa e fizeram três pessoas reféns. A residência foi cercada pela polícia para evitar outra fuga.
Nas negociações os assaltantes concordaram em libertar os reféns em troca de coletes à prova de balas. Depois de três horas de negociações, por volta das 14h, os reféns foram libertados com a presença de um juiz e de um advogado.
Os assaltantes foram levados para a Delegacia de Furtos e Roubos e devem responder pelos crimes de porte ilegal de arma, formação de quadrilha e cárcere privado.
O Banco Regional de Brasília (BRB) divulgou nota afirmando que “não há relação entre a instituição e a operação desencadeada hoje pela Polícia Federal [Operação Navalha]”. Foi uma resposta à prisão do presidente do BRB, viagra 100mg Roberto Figueiredo Guimarães, price ocorrida hoje de manhã. Ele também é consultor financeiro do governo do Maranhão. “A diretoria colegiada permanece com suas atribuições normais e o BRB continua operando normalmente”, informa a nota.
A PF prendeu 43 pessoas envolvidas em uma organização criminosa que desviava recursos federais de obras públicas. Entre os envolvidos estão diversas autoridades estaduais, além de funcionários e intermediários da empresa Gautama, de Salvador. O inquérito corre sob segredo de Justiça.
A Operação Navalha, iniciada hoje, em dez estados e no Distrito Federal, mobilizou cerca de 400 policiais federais para cumprir cerca de 40 mandados de prisão preventiva e 84 mandados de busca e apreensão, decretados pela ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Eliana Calmon.
Por determinação da ministra, todos os presos deverão ser trazidos a Brasília. Calmon também determinou o bloqueio de contas e a indisponibilidade dos bens imóveis dos integrantes do esquema. A assessoria da PF informou que as investigações sobre a atuação do grupo começaram em novembro de 2006.
Segundo a PF, essa empresa operava uma organização criminosa infiltrada no governo federal e em governos estaduais e municipais. Os estados onde os mandados estão sendo cumpridos são Alagoas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Sergipe, Pernambuco, Piauí, Maranhão, São Paulo, além do DF.
O objetivo do grupo era lucrar com a execução de obras públicas, organizada e estruturada para a prática de crimes como fraudes em licitações, corrupção passiva e ativa, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.
De acordo com a PF, a organização criminosa desviou recursos dos Ministérios de Minas e Energia; do Planejamento, Orçamento e Gestão; da Integração Nacional; das Cidades; e do Departamento Nacional Infra-Estrutura de Transportes (Dnit). Nos estados, foram constatadas fraudes em Alagoas, Maranhão, Sergipe, Piauí e no DF. Na esfera municipal estavam envolvidas autoridades dos municípios de Camaçari (BA) e Sinop (MT).
O grupo era organizado em três níveis, informou a PF. No primeiro, atuavam pessoas diretamente ligadas à construtora Gautama. No segundo, estavam os auxiliares e intermediários, principalmente os responsáveis pelo pagamento das propinas e no último, autoridades públicas que tinham a função de remover obstáculos à atuação da organização criminosa.
O deputado federal Clodovil Hernandes (PTC-SP) deixou na tarde de hoje a Clínica Santé, no rx zona sul da capital paulista. O parlamentar vai ficar até a próxima semana em casa em repouso, stomach para depois passar por novos exames no Instituto do Coração (Incor),
De acordo com um informativo divulgado pela assessoria de Clodovil, não há mais relatos de sintomas e a pressão arterial foi controlada.
Clodovil estava internado desde a noite de segunda-feira. Ele chegou à Clínica Santé com crises de hipertensão e com fortes dores no peito. Ontem, os médicos chegaram a dizer que os exames afastaram, mas não excluíram completamente o quadro de angina.
A Caixa Econômica Federal divulgou nota oficial para informar que abriu averiguação interna para apuração do envolvimento de funcionário da instituição em fraudes em obras públicas investigadas pelo Ministério Público Federal (MPF). O funcionário preso é superintendente de Produtos de Repasse da Caixa Econômica Federal em Brasília, ampoule Flávio José Pin.
O investigação do MPF resultou no pedido de mandados de prisão preventiva, buy com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), information pills que estão sendo executados hoje na Operação Navalha, da Polícia Federal, em nove estados e no Distrito Federal.
A Caixa informou que, “ao tomar conhecimento da operação e de determinações do Superior Tribunal de Justiça para a prisão de pessoas envolvidas abriu averiguação interna para apuração dos fatos”. A CEF informa também que “estará fornecendo à Justiça e à Polícia Federal todas as informações que forem solicitadas”.
As empresas de pequeno porte ainda são a maioria na estrutura comercial do país. Em 2005, pill os negócios com menos de 20 pessoas empregadas respondiam por 97, generic 8% do total de empresas do país, somando 1,4 milhão de estabelecimentos.
Os pequenos negócios também geraram 276,6 bilhões no mesmo ano. No setor atacadista, elas representavam 91,7% do total de empresas, 39,9% dos empregados na atividade, mas apenas 16,4% da receita. Já no setor varejista, as empresas com até 20 empregados representavam 98,4% do total, mas ao contrário do que acontece no atacado, neste caso elas concentravam a maior parte dos trabalhadores (69,1%) e da receita (45,2%) do setor.
No segmento de comércio de veículos, peças e motocicletas, terceiro pesquisado pelo IBGE, as pequenas também eram maioria, com 97% do total. Elas eram responsáveis pela maioria dos empregos (64,4%), mas por apenas 23,3% da geração de receita.