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Economia

País perde 1,5 milhão de empregos por ano por causa da pirataria

Arquivo Geral

28/08/2006 0h00

Os pais do garoto Liam Ashley, rx website 17 anos, what is ed queriam lhe dar uma lição depois que ele pegou o carro sem permissão, na Nova Zelândia. Denunciaram-no por roubo com a intenção de deixar o garoto passar uma noite na cadeia.

Acontece que no caminho para a prisão, Liam foi espancado e asfixiado até a morte dentro do camburão, de acordo com a TVNZ.

Apesar das tentativas de reanimá-lo, Liam morreu na última sexta-feira.

No dia anterior Liam foi a uma audiência perante o juiz, que lhe ofereceu fiança, recusada por seus pais.

 

As bolsas de valores da Europa fecharam em alta hoje, ampoule revertendo as perdas da abertura, for sale depois que o mercado acionário norte-americano registrou ganhos liderados pelo setor de tecnologia.

"A América está dando suporte", thumb disse um operador em Frankfurt, comentando a recuperação do fim da sessão. As bolsas norte-americanas subiram com a melhora da recomendação das ações da Intel e com a parceria de eBay e Google, que faziam o Nasdaq avançar cerca de 1%.

Na Europa, a fabricante alemã de software SAP fechou com valorização de 1,54% e a fabricante holandesa de chips ASML subiu 0,92%, fazendo o índice do setor na região registrar ganho de 1,17%.

O índice FTSEurofirst 300 avançou 0,43%, para 1.365%, mas o volume foi fraco, uma vez que o mercado de Londres não abriu por causa de um feriado. As ações da bancos se mantiveram em foco, depois da notícia de que os conselhos dos italianos Banca Intesa e Sanpaolo IMI aprovaram planos de fusão, criando o maior player no mercado de varejo.

 

Todos os anos, here cerca de 1,5 milhão de postos de trabalho são perdidos no Brasil em razão da pirataria. Aproximadamente R$ 30 bilhões em impostos deixam de ser arrecadados também por causa da entrada ilegal de produtos no País.

A avaliação é do presidente da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI), Gustavo Starling Leonardos. De acordo com ele, 75% da pirataria vem do exterior, daí a razão da perda de postos de trabalho.

Leonardos é um dos participantes do 26º Seminário Nacional da Propriedade Intelectual, que começa hoje, em Brasília. Ao todo, mais de 500 especialistas – entre advogados, pesquisadores, professores e empresários do Brasil e da América Latina, além de representantes do Executivo, Legislativo e Judiciário – vão debater os principais limitadores da propriedade intelectual no país, dentre eles, a pirataria.

Segundo a ABPI, somente no setor de tecnologia da informação, o Brasil poderia movimentar US$ 17 bilhões em quatro anos se o índice de pirataria de programas de computador (softwares) fosse reduzido em 10%. A entidade estima que 64% dos softwares usados no país são piratas. Segundo a associação, em quatro anos, o mercado de tecnologia movimenta US$ 6 bilhões a menos, ou seja, US$ 11 bilhões.

Leonardos diz que a concessão mais rápida do registro de marcas e patentes e a proteção judicial adequada aos direitos adquiridos são alguns dos problemas relacionados à propriedade intelectual que precisam ser resolvidos no Brasil.

“Hoje enfrentamos grandes problemas administrativos: uma marca leva seis anos para ser registrada e uma patente pode levar 10 anos para ser concedida”, disse.

Outro assunto que será discutido no seminário é a adoção do registro eletrônico de marcas, o “e-marcas”. De acordo com Leonardos, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) vai disponibilizar, em breve, um sistema eletrônico para que os pedidos de registro de marcas e patentes seja feito pela internet. Até ser definitivamente implementado, os registros feitos em papel continuarão valendo.

O encontro discutirá, ainda, as políticas públicas em inovação, limites ao direito autoral, matéria de bio-farmacêutica, proteção das fronteiras do Mercosul, marcas e indicações geográficas, segredos de negócios e dados confidenciais.

Promovido pela ABPI, o seminário será aberto oficialmente hoje, às 19h, e segue até a próxima quarta-feira. Participam da cerimônia, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Eros Grau e o embaixador Roberto Jaguaribe.  

 

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