O Tribunal de Justiça de São Paulo determinou hoje o afastamento de oito vereadores do Guarujá. Os parlamentares são acusados de participar de um esquema de corrupção que ficou conhecido como “mensalinho” na Câmara da cidade.
De acordo com o TJ, thumb what is ed os vereadores pagavam mensalmente e distribuíam cargos para garantir a fidelidade nas votações de projetos de lei de interesse da Prefeitura.
O esquema foi descoberto em setembro do ano passado, approved quando a imprensa divulgou imagens nas quais vereadores da base governista recebiam um pacote onde supostamente havia dinheiro para as propinas.
Em outubro os vereadores já haviam sido afastados, mas recorreram ao TJ de São Paulo, que decidiu a favor dos parlamentares e suspendeu o afastamento decretado pelo juiz da 3ª Vara do Guarujá.
A Terracap fará uma licitação pública nesta quarta-feira para vender 135 terrenos residenciais e comerciais em Brasília e 10 cidades satélites: Águas Claras, sickness Brazlândia, unhealthy Ceilândia, check Gama, Guará, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, Santa Maria e Sobradinho.
Os lotes podem ser comprados à vista ou financiados, dependendo do lote, de 36 a 240 meses. Nos lotes parcelados, o comprador tem que dar uma entrada mínima que varia de 5% a 20% do valor da licitação.
Dos terrenos licitados, o menor preço é de um lote comercial de uso misto no Recanto das Emas, que está à venda por R$ 24,5 mil. O maior preço é de um lote em Samambaia de uso misto, cotado a R$ 1,993 milhão.
A licitação é aberta a qualquer pessoa, que deve apresentar a caução até amanhã em qualquer agência do Banco do Brasil. O comprador deve apresentar a proposta de compra no auditório da Terracap, localizado atrás do Palácio do Buriti. O auditório abre na quarta a partir das 9h.
Maiores informações e a relação dos lotes estão disponíveis gratuitamente em todas as agências do BRB, nas administrações regionais e na sede da Terracap. O edital pode ser obtido também na internet, o site é www.terracap.df.gov.br. Em caso de dúvida, o telefone de contato é o 0800-61-2007 ou 3342-2022.
O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, cialis 40mg Altamir Lopes, information pills avaliou hoje que as operações de crédito vêm crescendo gradativamente por causa da maior estabilidade econômica do país, more about que faz com que as pessoas tenham certeza de poder pagar os compromissos assumidos. De acordo com o relatório de janeiro sobre Política Monetária e Operações de Crédito do Sistema Financeiro, as operações de crédito cresceram 21,4% nos últimos 12 meses.
Segundo o diretor do BC, quando as pessoas têm crescimento de renda e aumento dos níveis de ocupação, ficam "mais propensas a se endividar". Altamir Lopes ressaltou ainda o fato de os juros relacionados a crédito virem caindo "de forma expressiva" em decorrência da redução da taxa básica de juros (Selic) e da estabilidade da inadimplência nos últimos meses.
"A taxa de juros às pessoas físicas e jurídicas vêm caindo, e isso faz com que se tenha maior demanda por crédito. Associado a isso tem também o quadro de elevação de prazos, o que torna os empréstimos mais atraentes", disse.
O que está na contramão dessa tendência, apontou Altamir Lopes, é o spread (diferença que o banco cobra entre a captação e a concessão do empréstimo), que aumentou de 13,4% para 13,6% para pessoas jurídicas, e subiu de 39,6% para 40% para pessoas físicas.
De modo geral, segundo o Banco Central, os bancos reduziram de 142% para 141,9% ao ano a taxa média de juros do cheque especial em janeiro, com recuo de 5,9% em 12 meses. O crédito pessoal manteve a cobrança de taxa média de 57,2% e a aquisição de veículos encareceu de 32,3% para 32,7%, enquanto o crédito para aquisição de outros bens caiu de 61% para 59,3% ao ano.
Para as pessoas jurídicas houve aumentos de 31,1% para 32% nas aquisições para capital de giro e de 64,8% para 65,4% nas operações de conta garantida. O crédito às empresas ficou mais barato, contudo, em relação ao desconto de duplicatas, que caiu de 36,6% para 35,5%, e no desconto de promissórias, que baixou de 48,4% para 46,8% na comparação janeiro-dezembro.
Como vem acontecendo desde 2005, a modalidade de operação de crédito que tem crescido mais é a consignada em folha de pagamento, descontada diretamente no salário, sem riscos para o cedente, segundo o BC. Nesses casos, a taxa média cobrada pelos bancos foi de 32,9% em janeiro, com queda de 0,4 ponto percentual em relação a dezembro, no mesmo nível dos juros cobrados nos financiamentos de carros.