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Economia

Oferta de crédito e confiança dos consumidores sobem no Brasil

Arquivo Geral

27/11/2007 0h00

A oferta total de crédito no mercado brasileiro foi equivalente em outubro a 34% do Produto Interno Bruto (PIB), nurse o índice mais alto desde 1995, prescription em meio a uma economia “dinâmica”, visit this informou hoje o Banco Central (BC).

O número revela um aumento em volume de crédito de 2,7% em relação a setembro, e de 26,3% em 12 meses, declarou a instituição em um relatório mensal sobre agregados monetários.

Em setembro, esses empréstimos totais equivaliam a 33,3% do PIB, ou um terço do tamanho da economia, e em outubro de 2006 a 29,8%.

Segundo o BC, a evolução do crédito é “consistente”, com uma dinâmica demanda interna, com mais consumo e investimento. Também foi impulsionada pelo aumento das transações de fim de ano por parte de empresas em busca de recursos bancários.

Além disso, mantiveram-se em alta as operações de créditos pessoais, especialmente para a compra de veículos.

O volume de dinheiro oferecido pelo sistema financeiro em operações de crédito chegou a R$ 880,8 bilhões (cerca de US$ 474 bilhões).

As taxas de juros médias para pessoas físicas em outubro chegaram a 46,3%, contra 45,8% em setembro.

Enquanto isso, o Índice de Confiança dos Consumidores brasileiros aumentou em novembro para 114,3 pontos e cresceu 1,4% com relação a outubro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Trata-se do ponto mais alto atingido pelo indicador na série histórica iniciada em 2005, explicou hoje a FGV. Em outubro, o índice ficou em 112,8 pontos.

A FGV atribuiu a alta a “uma avaliação mais favorável” dos brasileiros sobre a atual situação econômica do país.

O paralelo Índice de Situação Atual subiu 4,3% em novembro com relação a outubro, chegando ao nível recorde de 111,3 pontos.

O percentual de entrevistados que consideraram a situação como boa subiu de 10,8% para 13,5%, e a proporção dos que a acharam “ruim” caiu de 39,1% para 34,7%.

Já o Índice de Expectativas caiu para 115,9 pontos e a proporção dos que esperam uma melhoria caiu de 29,6% para 27,1%, enquanto os que esperam uma piora da situação passaram de 5,7% para 7,2%.

A pesquisa mensal é realizada com base em duas mil consultas em lares das sete principais capitais brasileiras (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador e Brasília), entre 1º e 21 de novembro.

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