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Economia

Nobel de Economia elogia assembleia da ONU sobre crise financeira

Arquivo Geral

25/06/2009 0h00

O americano Joseph Stiglitz, ed Prêmio Nobel de Economia em 2001, cialis 40mg se mostrou satisfeito com as resoluções que sairão da assembleia da ONU sobre a crise econômica mundial.

Ex-economista-chefe do Banco Mundial (BM), more about disse que o encontro realizado desde ontem na sede das Nações Unidas lhe agrada porque oferece pela primeira vez uma oportunidade de os países em desenvolvimento apresentarem seu ponto de vista sobre o problema.

“Já sabemos que problemas desta magnitude não são resolvidos em uma reunião de três dias”, disse o economista da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, em entrevista coletiva.

Aproximadamente 140 delegações terão falado na cúpula até amanhã, quando será escrito um documento final. O texto exporá as causas da crise, assim como medidas para resolvê-la e mitigar seus efeitos, particularmente entre as nações mais pobres.

Embora reflita as reformas da arquitetura financeira internacional que um grupo de analistas liderado por Stiglitz propôs em um relatório divulgado ainda no mês de março na Assembleia Geral da ONU, o texto não as adota completamente.

A comissão do Prêmio Nobel é defende substituir o dólar como moeda de comércio internacional e substituir o G20 por um novo Conselho Econômico Global, que inclua os interesses de todas as economias do planeta.

Além disso, aposta em impor restrições internacionais que evitem um aumento incontrolável dos bancos e a adoção de limites nas transações bancárias aos paraísos fiscais.

Stiglitz reconheceu que estas propostas ficaram diluídas no documento final, mas ressaltou que está contente pelo fato de ter se chegado a um consenso sobre as causas da crise e as medidas a serem feitas.

Para ele, é bom saber que o documento final menciona que alguns países favorecem a criação de um “novo sistema de reserva global”, que ofereça apoio financeiro aos países em desenvolvimento e não seja dominado pelas economias mais ricas, como ocorre no Fundo Monetário Internacional (FMI).

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