Os ministros da Economia de todo o mundo deram hoje seu apoio “enérgico” ao plano de ação do G7, malady que reúne os sete países mais ricos, contra a crise financeira internacional
“Os 185 membros estão comprometidos com o plano de ação” do G7, disse Youssef Boutros Ghali, ministro das Finanças do Egito e presidente do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC, em inglês), principal órgão diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI).
“Apoiamos o uso de instrumentos excepcionais” contra a crise, afirmou em coletiva de imprensa Boutros Ghali, que acrescentou que esse respaldo coletivo “é essencial para restabelecer a confiança” nos mercados.
Do mesmo modo, o diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, disse esperar que as bolsas “entendam” a importância do sinal enviado hoje pelos Governos de todo o mundo.
O IMFC emitiu um comunicado ao término de sua reunião de hoje no qual expressa seu apoio “enérgico” ao plano do G7, formado por EUA, Alemanha, França, Canadá, Reino Unido, Japão e Itália.
Nesse plano assinado ontem, o G7 se comprometeu a utilizar todos os recursos disponíveis para evitar a quebra de grandes bancos e garantir que contem com capital suficiente.
Em sua declaração, o IMFC também alertou que muitos países emergentes podem ser prejudicados pela crise e disse que o FMI está pronto para ajudá-los “rapidamente” com empréstimos de emergência.
“É fundamental que os países avançados e as economias emergentes coordenem ações conjuntas”, afirma a nota.