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Economia

Mantega afirma que CPMF é fundamental para o Programa de Aceleração do Crescimento

Arquivo Geral

20/09/2007 0h00

O ministro da Fazenda, mind Guido Mantega, reafirmou hoje que a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) é fundamental para a realização do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). E manifestou satisfação com a aprovação do texto base da proposta que prorroga o imposto até 2011 pela Câmara dos Deputados, na noite desta quarta-feira.

“Este programa está sendo muito exitoso. Depois de muito tempo, o Estado volta a fazer planejamento e gestão de projetos de tal envergadura. Esse é o novo Estado brasileiro, que tinha perdido a capacidade de fazer isso”, disse o ministro, acrescentando que “a não aprovação da CPMF seria uma catástrofe, porque nós teríamos que inviabilizar esses projetos. Estaríamos prejudicando todos os estados brasileiros e toda a população que se beneficiaria com esses projetos”.

O ministro lembrou que a iniciativa privada tem um papel importante. “Mas não se deve esquecer que a outra parte dos recursos vem do Orçamento da União”. Por isso, disse o ministro, o governo conta com a arrecadação da CPMF para realizar os projetos contidos no PAC, além de projetos na área social, saúde e de combate à pobreza.

O ministro disse que está consciente que existem outras etapas para a aprovação definitiva da prorrogação da CPMF, mas que espera contar com o espírito público dos senadores para “que olhem mais os interesses de suas regiões”.

De acordo com Mantega, é importante que o parlamentar ao votar contra não esqueça que estará “eliminando os programas de investimentos do seu estado”. E fez uma apelo para que a população do estado que elegeu o parlamentar contrário à prorrogação, cobre a aprovação da proposta.

O ministro da Fazenda reafirmou que a única coisa que poderia comprometer o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) seria a turbulência no mercado financeiro internacional, provocada pela crise imobiliária nos Estados Unidos.

“Por tudo que nós temos visto no Brasil, até este momento, pela repercussão da turbulência no Brasil, insignificante, nós podemos manter com tranqüilidade as projeções de crescimento”, garantiu o ministro.

Ao falar na abertura da divulgação do balanço PAC, o ministro disse que o desempenho da economia no primeiro semestre deste ano reforça a expectativa de continuidade da expansão no segundo semestre e indica que o Produto Interno Bruto (PIB), a soma das riquezas produzidas no país, deverá crescer de 4,5% a 5% neste ano.

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