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Economia

Maior seguradora da Europa registra lucro recorde de US$ 11,76 bilhões em 2007

Arquivo Geral

21/02/2008 0h00

 A maior seguradora da Europa, page a Allianz, order registrou em 2007 um lucro recorde de 8 bilhões de euros (US$ 11, mind 76 bilhões), o que representa uma alta de 13,5% em relação a 2006, apesar das dificuldades nos mercados financeiros.

A companhia de seguros informou hoje que o faturamento subiu 1,5% no ano passado, a 102,6 bilhões de euros (US$ 150,822 bilhões), em comparação com 2006.

A Allianz informou que todas as suas divisões contribuíram para o resultado do ano passado, apesar de os bancos de investimento terem sido afetados pela crise creditícia.

A gestão de ativos e os segmentos de seguros médicos e de vida cresceram com rentabilidade, segundo a empresa.

O lucro operacional registrou um aumento de 9% em relação a 2006, totalizando 10,9 bilhões de euros (US$ 16,023 bilhões). Um dos motivos para este bom resultado é que houve menos catástrofes naturais no ano passado.

O comitê executivo recomendará no próximo conselho geral de acionistas o pagamento de um dividendo por ação de 5,5 euros, 45% a mais que a quantia paga no ano passado.

O presidente da Allianz, Michael Diekmann, afirmou que, “apesar das condições em 2007, a companhia conseguiu aumentar a eficiência operacional e o crescimento rentável, e conseguir um lucro recorde”.

Diekmann previu que em 2008 os mercados financeiros terão uma maior influência no lucro operacional da Allianz.

No entanto, a seguradora está preparada para superar os desafios de 2008 e conseguir os objetivos a médio prazo, segundo o presidente da empresa.

A Allianz comprou em 2007 os pacotes acionários que ainda não possuía em suas filiais francesa e italiana para conseguir uma rentabilidade maior.

A seguradora alemã completou no início de julho de 2006 a compra do capital da filial francesa Assurances Générales de France (AGF) que ainda não possuía e que pertencia a acionistas minoritários.

A Allianz tinha lançado em janeiro uma opa aos acionistas da filial AGF para adquirir 42,4% do capital que ainda estava em suas mãos por 9,8 bilhões de euros (US$ 13,426 bilhões), a maior aquisição desde a compra do banco Dresdner Bank, em 2001.

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