Dezenas de milhares de pessoas em Gaza participaram hoje de cerimônias fúnebres para os 18 mortos na véspera por bombas israelenses, discount more about um evento que os palestinos dizem ficará marcado na história como um "Dia Negro" de massacre.
Os corpos dos mortos foram retirados de um necrotério no meio da manhã para uma marcha pelas ruas e mesquitas antes do enterro. Grupos militantes devem acompanhar os cortejos pelas ruas de Gaza.
Na periferia de Beit Hanoun, covas estão sendo cavadas em uma novo cemitério. Covas extras foram demarcadas para o caso de algum dos 50 feridos no ataque morrer, disseram funcionários do local. A alguns metros dali, tropas israelenses podiam ser avistadas em áreas próximas a Gaza.
Em Beit Hanoun, pôsteres dos mortos foram espalhados por muros e lia-se, em grafite, "Beit Hanoun, nosso sangue é um sacrifício por você".
"Quarta-feira foi um dia de tragédia além da imaginação e quinta-feira é um dia triste, um dia negro", disse Abu Mohammed, porta-voz das Brigadas dos Mártires de al-Aqsa, braço armado do movimento Fatah, do presidente Mahmoud Abbas.
"É um estigma na cabeça do inimigo e da ocupação", afirmou, sugerindo que o evento será uma espécie de chamado para os militantes se levantarem contra o Estado de Israel, que deixou Gaza em 2005, após 38 anos de ocupação.
Em meio ao luto, a população de Gaza prometeu vingança contra Israel, cujos líderes expressaram remorso pelas mortes.
O Unibanco, ambulance terceiro maior banco privado do País, lucrou R$ 106,1 milhões no terceiro trimestre do ano, resultado inferior aos R$ 474,8 milhões obtidos em igual período de 2005. O balanço foi impactado por um efeito negativo de amortização de ágios.
Segundo comunicado do banco ao mercado, no terceiro trimestre, o Unibanco reduziu o período de amortização de ágio de 10 para 5 anos, incorrendo em impacto de R$ 464 milhões.
O banco informou que as receitas com intermediação financeira somaram R$ 4,515 bilhões no trimestre passado, ante R$ 4,045 bilhões no mesmo período de 2005.
No final do terceiro trimestre, o banco somava R$ 102 bilhões em ativos totais, crescimento de 15,1% sobre o mesmo período de 2005. "O crescimento é explicado, principalmente, pela evolução de R$ 6,5 bilhões da carteira de crédito, sobretudo no segmento de cartões de crédito", informou a instituição financeira.
A carteira de crédito apresentou crescimento de 17,5% ao longo dos últimos 12 meses e de 3,3% no trimestre. O saldo de provisões para perdas com créditos somou R$ 2,532 bilhões. Isso representa 5,8% da carteira e marca um incremento ante os 4,9% registrados em setembro de 2005.
Ao final do trimestre passado, as operações de crédito classificadas como "AA-C" representavam 93,3% da carteira, frente aos 92,7% verificados um ano antes.
As operações de crédito junto a pessoas físicas atingiu R$ 16,383 bilhões, com crescimento de 13,5% em 12 meses. Já a carteira de crédito para pessoas jurídicas cresceu 20,1% no mesmo período.