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Economia

Lucro do grupo Gerdau cresceu 7,6% nos primeiros nove meses de 2007

Arquivo Geral

07/11/2007 0h00

O grupo siderúrgico brasileiro Gerdau informou hoje que obteve lucro líquido de R$ 3, rx 4 bilhões nos nove primeiros meses de 2007, search o que representa um crescimento de 7, more about 8% em comparação ao mesmo período de 2006.

O valor é o faturamento consolidado do grupo, que tem instalações próprias não só no Brasil, mas também em: Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Espanha, Estados Unidos, México, Índia, Peru, República Dominicana, Uruguai e Venezuela, além de ter 40% das ações da siderúrgica espanhola Sidenor.

A empresa informou que suas vendas nos três primeiros trimestres do ano ficaram em R$ 25,1 bilhões, uma expansão de 16,1% em relação ao índice de 2006.

Segundo a empresa, as operações no Brasil foram responsáveis por 47% das vendas consolidadas; as unidades americanas e canadenses contribuíram com 32,8%; as operações das demais fábricas na América Latina subiram 10,6% do total; e as da Espanha, 9,6%.

Apesar do grande peso do Brasil nas cifras, as receitas procedentes das operações no exterior somadas às geradas pelas exportações a partir do Brasil representam 61% do faturamento total do grupo.

Segundo o balanço, a produção de aço do grupo aumentou 9,4% nos três primeiros trimestres do ano, chegando a 13 milhões de toneladas, e a de laminados, 12,6% no mesmo período, atingindo 11 milhões de toneladas.

A produção no Brasil chegou a 6 milhões de toneladas de aço (aumento de 4,7%) e a 4 milhões de toneladas de laminados (crescimento de 7,3%).

As vendas físicas do Grupo Gerdau entre janeiro e setembro deste ano chegaram a 12,5 milhões de toneladas, com um crescimento de 12,4% em relação ao mesmo período de 2006.

As operações brasileiras comercializaram 5,2 milhões de toneladas nos primeiros nove meses de 2007 (crescimento de 7,3%), sendo que o volume destinado ao mercado interno no período chegou a 3,6 milhões de toneladas (aumento de 10,9%).

Esse crescimento foi produto da expansão da demanda de aço por parte da construção civil e da indústria brasileira, o que obrigou a empresa a deixar no mercado interno parte do que era destinado à exportação.

“O desempenho do grupo reflete o crescimento de demanda no mercado brasileiro e a consolidação de novas empresas (adquiridas) nas Américas do Sul e do Norte e na Europa”, diz o diretor-presidente do Grupo Gerdau, André Gerdau Johannpeter, citado no comunicado divulgado pela empresa.

As exportações do grupo nos primeiros nove meses do ano somaram 2 milhões de toneladas, número estável em relação ao ano passado, e geraram receitas de US$ 1,1 bilhão.

As vendas das unidades na América Latina (exceto o Brasil) cresceram 48% e somaram 1,7 milhão de toneladas. A produção de aço na região cresceu 57,1%, para 1,4 milhão de toneladas, e a de laminados, 44,4%, também para 1,4 milhão de toneladas.

Foram comercializadas 711 mil toneladas na Espanha no período analisado, um aumento de 40% em relação aos nove primeiros meses de 2006, com a produção de 791 mil toneladas de aço (aumento de 39,6%) e de 688 mil toneladas de laminados (crescimento de 42,4%).

Os investimentos do grupo entre janeiro e setembro somaram US$ 5,9 bilhões, dos quais US$ 4,9 bilhões foram destinados a diversas aquisições.

Segundo a empresa, o balanço divulgado já inclui os resultados de empresas adquiridas nos últimos meses como Siderúrgica Tultitlán (México), Siderúrgica Zuliana (Venezuela), GSB (Espanha), Inca (República Dominicana) e mais quatro outras nos EUA.

Os resultados da Siderperu (Peru) e da Sheffield Steel (EUA), que passaram a ser consolidados a partir de julho de 2006, também foram incluídos no balanço.

Os resultados das siderúrgicas SJK Steel (Índia), Enco (EUA), Trefusa (Espanha) e Corsa (México), segundo o comunicado, serão incluídos apenas nas contas do quarto trimestre do ano.

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