O lucro por ação no último trimestre foi de US$ 0,53, menos do que o de US$ 0,70 do mesmo período de 2008, quando teve lucro de US$ 815 milhões.
Excluídos os gastos extraordinários, a companhia contabilizou um ganho de US$ 0,43 por ação, superior ao esperado por alguns analistas.
O faturamento do trimestre encerrado em 30 de setembro chegou a US$ 6,016 bilhões, 16% inferior ao do mesmo período do ano anterior.
Nos primeiros nove meses do ano, a American Express obteve lucro líquido de US$ 1,414 bilhão (US$ 0,94 por ação), o que representa queda de 42% frente ao de US$ 2,459 bilhões (US$ 2,10 por título) registrado no mesmo período de 2008.
As receitas dos nove primeiros meses deste ano chegaram a US$ 18,034 bilhões e são 17% inferiores às contabilizadas no mesmo intervalo de tempo de 2008.
No trimestre passado, a companhia somou US$ 1,2 bilhão em fundos para fazer frente a perdas geradas por créditos, o que representa queda de 13% frente ao ano anterior.
O presidente e executivo-chefe da American Express, Kenneth Chenault, disse em comunicado de imprensa que os resultados do último trimestre “mostraram mais progresso em nossa navegação pelo ambiente econômico mais difícil em décadas”.
“No começo do ano, a economia parecia estar em queda livre, a diminuição em despesas com cartões se acelerava e as perdas por créditos subiam com rapidez”, lembrou Chenault.
“Agora, embora haja razões para cautela em relação aos elevados níveis de desemprego, estamos percebendo progressos generalizados na qualidade do crédito, as tendências na despesa dos usuários de cartões são animadoras e há sinais de que a recessão pode estar chegando ao seu final”, acrescentou o executivo.
As ações da American Express, que faz parte do índice Dow Jones Industrial na bolsa de valores de Nova York, fecharam o pregão de hoje a US$ 36,44, com alta de 3,82%, mas caíam 0,77% nas operações eletrônicas posteriores.
Neste ano, os títulos da companhia avançaram 96,44%.