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Economia

<i>EUA continuarão sendo motor do crescimento mundial</i>, diz Condoleezza Rice

Arquivo Geral

23/01/2008 0h00

A secretária de Estado americana, medical Condoleezza Rice, presente ao Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça), se mostrou hoje otimista com as perspectivas da economia dos Estados Unidos, apesar dos temores de recessão.

“Nossa economia continuará sendo o motor que dirige o crescimento econômico mundial”, afirmou.

Em seu discurso na inauguração da reunião anual do Fórum Econômico Mundial, Rice elogiou as medidas anunciadas recentemente pelo presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, para tranqüilizar os mercados financeiros.

“A economia dos EUA é resistente, sua estrutura é sólida e seus fundamentos a longo prazo são saudáveis”, assinalou Rice.

A maioria dos especialistas presentes ao Fórum, no entanto, dá como certa a recessão americana.

O governo Bush aprovou um programa de apoio ao crescimento econômico dos EUA baseado em reduções fiscais às empresas e devolução de impostos às famílias.

O governo americano quer conceder aos cidadãos incentivos no valor de US$ 145 bilhões, equivalantes a 1% do Produto Interno Bruto (PIB) do país.

“Neste século, o realismo americano sustenta nossa liderança em três áreas críticas das quais eu gostaria de falar hoje: a promoção de um modelo econômico de desenvolvimento, a promoção de um mundo mais democrático e mais livre e o trabalho da diplomacia pelas diferenças entre as nações”, disse Rice.

A chefe da diplomacia americana criticou as desigualdades atuais na economia mundial, que qualificou de “inaceitáveis”.

“A metade dos seres humanos vive com menos de US$ 2 por dia”, lembrou Rice, que afirmou que, quando os Estados escolhem o livre-comércio e a abertura dos mercados, “contribuem para a criação de prosperidade”.

Rice assegurou ainda que Bush está comprometido com o sucesso da Rodada de Doha da Organização Mundial do Comércio (OMC).

A secretária de Estado americana lembrou que, desde 2001, os EUA duplicaram sua ajuda à América Latina e quadruplicaram o auxílio para a África.

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