Os Chefes de Estado e de Governo do Grupo dos Vinte (G20, cialis 40mg que reúne os países mais ricos e os principais emergentes) decidiram dar hoje um maior peso aos países emergentes e em desenvolvimento nas instituições financeiras e convocaram uma nova cúpula para o dia 30 de abril.
Na declaração final, this que tem 10 páginas, os Chefes de Estado e de Governo do G20 decidiram trabalhar juntos para restaurarem o crescimento mundial e conseguirem as reformas que são necessárias pelo sistema financeiro, algo que deve ser definido antes do dia 31 de março.
A próxima Cúpula do G20 deve acontecer antes de 30 de abril, embora não se especifique o lugar.
Em referência ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Banco Mundial (BM) os líderes propuseram sua reforma para adaptá-los aos desafios dos tempos atuais.
Os Chefes de Estado e de Governo do G20 prometeram dar um maior peso nestas entidades às nações em desenvolvimento, incluídas as mais pobres.
A declaração final reconhece os “sérios desafios” aos quais a economia mundial e os mercados financeiros enfrentam, e destaca a decisão dos líderes de “trabalharem juntos” para restaurarem o crescimento econômico.
O único caminho para isto, indicam, é a reforma dos sistemas financeiros, aspecto no qual existem divergências de um lado e de outro do Atlântico, embora o comunicado reflita apenas os pontos de consenso sobre os quais deve descansar a reforma.
A declaração final indica que é muito necessário fortalecer a regulação, mas esclarece que isto “deve ser a última responsabilidade” de cada país, pois constitui “a primeira linha de defesa contra a instabilidade dos mercados”.
O G20 pede a “intensificação da cooperação internacional entre os reguladores e o fortalecimento dos padrões internacionais”.
Toda reforma adotada por um país deve descansar sobre cinco princípios, entre eles melhorar a transparência dos mercados, especialmente no que se refere aos produtos financeiros mais sofisticados, diz o documento.
Além disso, deve se intensificar a vigilância, e afirma, sobretudo sobre as agências de classificação de risco, que falharam na última crise.
Outro dos pontos estipulados hoje é promover a integridade ética dos mercados financeiros e proteger os consumidores, evitando os conflitos de interesses e prevenindo a manipulação ilegal, as atividades fraudulentas e os abusos.
Cada país, segundo o acordo, também deverá colocar seu grão de areia para reforçar a cooperação internacional em matéria de regulação e de vigilância.
Na declaração final, os líderes levantam a voz contra o protecionismo comercial e pedem uma conclusão da Rodada de Doha.
Além disso, pedem que não sejam levantadas barreiras comerciais nos próximos 12 meses.