Menu
Economia

Internet na tela da TV

Arquivo Geral

09/08/2010 8h42

A disputa de audiência entre emissoras de TV e internet – num país em que 96% dos lares têm aparelhos de televisão – começa a acontecer numa tela só. Aparelhos com serviços interativos, que se conectam à banda larga, estão mais comuns, com televisores de fabricantes como a Samsung e a LG. Ao mesmo tempo, as emissoras apostam no Ginga, software de interatividade da TV aberta, que ainda está só disponível em dois aparelhos da LG. 

 

 

São dois modelos bem distintos de interatividade. No televisor conectado, a informação vem pela internet, de parceiros selecionados pelo fabricante. No aparelho com Ginga, os serviços interativos são transmitidos via ar pela emissora de TV, juntamente com a programação. “O espectador está se acostumando a usar a internet na TV”, afirma Marcio Portella Daniel, diretor da Samsung, que lançou modelos interativos no ano passado. Esses aparelhos ainda não têm um navegador de internet. Os espectadores escolhem os serviços por meio de ícones parecidos com os que existem nos celulares inteligentes.

 

 

Para Fernanda Summa, gerente da LG, a TV aberta interativa e a TV com banda larga se complementam. “Uma coisa não vai matar a outra”, diz. “Os serviços interativos podem aumentar a audiência dos programas de TV.” As emissoras querem usar a interatividade para evitar que o telespectador saia da frente do aparelho. Ou que a escapadinha fique reduzida à visita ao toalete.  Desde a chegada da transmissão digital, há dois anos, a promessa da chamada interatividade na tevê está no ar. Com a chegada às lojas dos televisores com o software de interatividade Ginga, as desculpas acabaram. “A interatividade vai além de novidade para atrair atenção do público e poder agregar valor ao negócio da televisão”, fala Roberto Franco, diretor de tecnologia da Rede SBT.

 

 

informações

 

“Vamos oferecer mais informações, fazendo com que o público não tenha que levantar para conferi-las no computador”. Reter audiência, perdida para universo de ofertas on-line, tem sido uma tarefa árdua os programadores de entretenimento nas televisão aberta.

 

 

 

Leia mais na edição desta segunda-feira (09) do Jornal de Brasília.

 

 

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado