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Economia

Influenciadas por Wall Street, bolsas asiáticas despencam

Arquivo Geral

06/02/2008 0h00

Os principais mercados asiáticos tiveram hoje um novo dia de prejuízos, adiposity com perdas de até 5, buy 4%, for sale acompanhando a tendência de forte queda registrada na terça-feira em Nova York e o constante temor de uma recessão na economia dos Estados Unidos.

O índice Nikkei, de Tóquio, teve sua maior queda em cinco meses e meio, de 4,7%, enquanto o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 5,4%, acumulando perdas superiores a 8 mil pontos desde 30 de outubro.

No entanto, a queda da bolsa asiática foi ligeiramente contida pelo fato de algumas bolsas, como as chinesas e a coreana, não terem funcionado devido às comemorações do Ano Novo chinês.

Assim, o índice Kospi, de Seul, a bolsa de Taiwan e os pregões de Xangai e Shenzen não operaram e continuarão fechados até segunda-feira, feriado no Japão.

Hoje mesmo, a bolsa de Hong Kong ficou aberta apenas pela metade do dia, tempo suficiente para acumular perdas de 1.339,24 pontos, até 23.469,46 unidades.

Os investidores do mercado de Hong Kong não perdem a confiança no estado da economia americana, mas temem a inflação na China.

A evolução da bolsa foi influenciada pelo resultado negativo em Wall Street, que sofreu ontem sua pior queda em um ano (2,93%), no clima da “superterça”, devido à primeira contração do setor de serviços nos EUA em cinco anos.

Analistas asiáticos disseram que esse dado refletiu no crescente pessimismo sobre o futuro econômico nos Estados Unidos, principal mercado para as potentes exportações da região.

A crise imobiliária da maior economia do mundo parece levá-la há muito tempo a uma recessão e se reflete cada vez mais nos mercados asiáticos.

O índice Nikkei caiu mais uma vez, com queda de 646,26 pontos, a 13.099,24 unidades, as maiores perdas em seis meses.

Os prejuízos foram generalizados hoje para os 33 segmentos negociados na bolsa de Tóquio, especialmente para as companhias mais associadas aos setores financeiros.

Norihito Fujito, analista da Mitsubishi UFJ Securities, disse à agência “Kyodo” que o clima da bolsa japonesa piorou porque fica cada vez mais claro que a influência da crise hipotecária dos EUA no Japão é maior do que a esperada, e isso foi comprovado na divulgação dos resultados dos grandes bancos.

Também hoje, a companhia japonesa de serviços financeiros Orix rebaixou sua previsão de lucro para este ano fiscal para 16%, ou 170 bilhões de ienes (quase US$ 1,6 bilhão).

Nos mercados do Sudeste Asiático, no último pregão antes das comemorações do Ano Novo chinês, as quedas também foram generalizadas em torno de 1%.

O único que fugiu à regra foi o índice Straits Times, de Cingapura, que perdeu 106,45 pontos (3,5%), até 2.931,97 unidades, e funcionou apenas pela metade do dia.

Na Indonésia, o índice JKSE, de Jacarta, fechou com queda de 65,16 pontos (2,41%), a 2.639,09 inteiros.

Na Malásia, o KLCI, de Kuala Lumpur, caiu 16,41 unidades (1,15%), até ficar nos 1.415,94 pontos.

Na Tailândia, o índice SET recuou 13,05 unidades (1,62%), até fechar nos 794,63 inteiros, enquanto nas Filipinas, o índice PSE, de Manila, fechou com queda de 54,72 pontos (1,67%), até 3.228,84.

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