O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) do município de São Paulo registrou desaceleração na terceira prévia do mês de novembro. De acordo com o relatório divulgado hoje (25) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), order na terceira quadrissemana deste mês (de 24 de outubro à 22 de novembro), cialis 40mg o índice fechou em 0,54%, contra 0,58% verificado na quadrissemana anterior (de 16 de outubro à 15 de novembro).
A queda, de 0,04 ponto percentual é a primeira verificada desde meados de outubro, quando as altas da carne e dos cereais começaram a pressionar a inflação. Segundo o coordenador do IPC, Antonio Evaldo Comune, desta vez, o que mais colaborou para a redução do índice foram as baixas nos preços do feijão e das chamadas frutas de época: -12,86% e -7,76%, respectivamente.
Em entrevista à Agência Brasil, Comune disse também que a tendência de baixa deve ser mantida até o final do mês e que, no fim de novembro, o IPC deve apresentar nível semelhante ao do final do mês de outubro: 0,50%. “O fechamento de novembro deve ser muito próximo ou até um pouco abaixo do verificado em outubro.”
Ele afirmou, entretanto, que a alta do dólar frente o real, causada pela crise financeira, deve trazer impactos para o índice a partir do mês que vem. “A repercussão da alta do dólar não é imediata, mas deve apresentar seus efeitos mais signficativos já no fim do ano”, afirmou, citando um artigo produzido também pela Fipe, que aponta que cada 10% de alta do dólar acarreta em um ponto percentual de aumento da inflação.
Segundo Comune, o arroz, que é considerado uma commodity e, portanto, tem preço fixado em dólar, já subiu 35,7% no ano. “Muito disso por causa do alta do dólar.” Já o feijão, que não tem grande pressão do mercado internacional e que, no começo do ano, era o vilão da inflação, registra queda 4,8% no acumulado do ano.
No último levantamento do IPC, das sete categorias pesquisadas, alimentação (0,82%) e vestuário (0,60%) foram os que tiveram as maiores altas. Educação (0,05%) e transportes (0,25%) foram os que tiveram as menores. Nesta pesquisa, nenhuma categoria registrou deflação, ou seja, queda nos preços.