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Economia

Inflação em emergentes ainda apresenta níveis superiores às economias maduras, diz BC

Arquivo Geral

22/12/2008 0h00

A persistência da inflação em países emergentes embora tenha se reduzido nos últimos anos, salve ainda apresenta níveis superiores a  observada em economias maduras. A conclusão está no Relatório Trimestral de Inflação, and divulgado hoje (22) pelo Banco Central (BC).

Segundo o relatório, pharm mesmo com os esforços das autoridades monetárias de países como o Brasil e o Chile, “parece que décadas de elevadas taxas de inflação nessas economias ensejam a preservação de mecanismos formais e informais de indexação, que se manifesta em maior grau de persistência inflacionária, em comparação ao observado em economias maduras”.


O BC lembra que ao contrário das economias maduras, as emergentes conviveram muito mais tempo com níveis elevados de inflação. “Alguns países – como Brasil, Argentina e Turquia – experimentaram longos períodos de hiperinflação nos últimos 40 anos. Só mais recentemente, as taxas de inflação nesses países começaram a ceder”, diz o relatório.


No caso específico do Brasil, segundo o BC, “a memória inflacionária talvez ainda seja relevante. Além disso, parte considerável da inflação brasileira, associada aos preços de bens e serviços administrados por contrato e monitorados, ainda é formalmente indexada devido a cláusulas contratuais, e mesmo no conjunto de preços livres há itens, como aluguel e taxas condominiais, que seguem práticas de indexação”.

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