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Economia

Indústria de defesa brasileira exporta US$ 1,02 bilhão no primeiro trimestre de 2026

O valor mais que dobrou em relação a 2025, graças a ações de promoção comercial e lançamento de catálogo de produtos.

Redação Jornal de Brasília

10/04/2026 16h41

Foto: Divulgação

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Brasília (DF), 10/4/2026 – A indústria de defesa brasileira registrou US$ 1,02 bilhão em exportações autorizadas no primeiro trimestre de 2026, superando os US$ 457 milhões do mesmo período de 2025.

O setor mantém uma trajetória de crescimento nos últimos quatro anos, com autorizações anuais de US$ 1,45 bilhão em 2023, US$ 1,78 bilhão em 2024 e US$ 3,4 bilhões em 2025. Atualmente, cerca de 93 empresas exportam para 148 países em todos os continentes. Os principais importadores incluem Alemanha, Bulgária, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Portugal.

Para o secretário de Produtos de Defesa do Ministério da Defesa, Heraldo Luiz Rodrigues, o resultado indica a possibilidade de um novo recorde em 2026, seguindo a tendência de dobrar os valores a cada período. Ele atribui o desempenho a uma base industrial de defesa forte e a um trabalho estratégico de promoção comercial, como Diálogos de Indústria de Defesa, reuniões com comitivas estrangeiras e visitas de embaixadores a empresas nacionais.

Recentemente, o Ministério da Defesa lançou o Catálogo de Produtos da Base Industrial de Defesa, disponível em português e inglês. O material apresenta 154 empresas e 364 produtos, incluindo embarcações, veículos blindados, aeronaves, aviônicos e sistemas de monitoramento, produzidos por empresas de diferentes portes.

Além disso, a Portaria nº 1.456/2026 regulamenta a atuação do ministério em exportações de governo a governo e o acompanhamento técnico por empresas estatais vinculadas, facilitando o comércio com parceiros. O secretário destacou o apoio de órgãos como o Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), a Câmara de Comércio Exterior (Camex) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Com informações do Governo Federal

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