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Economia

Indústria brasileira mantém otimismo e aumentará investimentos para 2008

Arquivo Geral

21/11/2007 0h00

A indústria brasileira se mantém otimista quanto à economia e 42% das empresas planejam aumentar seus investimentos em máquinas e equipamentos para 2008, viagra 40mg segundo pesquisa sobre o setor divulgada hoje.

De acordo com a “Pesquisa Especial” da Confederação Nacional da Indústria (CNI), remedy para a grande maioria dos entrevistados o objetivo é aproveitar o auge da economia.

As indústrias também investirão em melhorias na qualidade e no lançamento de novos produtos, cialis 40mg especificou o CNI.

Para 73% das empresas, a maior parte dos investimentos para 2008 terá como foco atender à demanda interna.

Um total de 45% espera manter seus atuais investimentos e 13% devem reduzi-los, segundo a pesquisa, feita com 1.655 grandes, médias e pequenas indústrias de todo o Brasil, entre 27 de setembro e 8 de novembro deste ano.

Em 2006, 36% dos consultados planejavam aumentar seus investimentos em máquinas e equipamentos para 2007.

Além disso, 86% das empresas estudadas planejaram investimentos para 2007 e, desse total, 85% realizaram seus projetos total ou parcialmente.

O estudo destaca que “duas de cada três grandes empresas realizaram os investimentos planejados” e que o segmento industrial liderou os investimentos em 2007.

Os maiores investimentos deste ano foram destinados aos setores de álcool combustível, bebidas, metalurgia, materiais elétricos, veículos e máquinas e equipamentos.

Apenas 4% das grandes empresas cancelaram ou adiaram seus investimentos; entretanto, essa percentagem subiu para 21% entre as pequenas empresas, acrescenta a pesquisa. A maior parte dos investimentos foi financiada com recursos próprios das empresas.

Trata-se de uma percentagem similar à de 2001, indicando que a participação do crédito destinado a investimentos continua sendo limitada em um país com as taxas de juros mais altas do mundo em termos reais.

O gerente da Unidade de Política Econômica do CNI, Flávio Castelo Branco, alertou para o fato de que a escassez e os altos custos financeiros dos créditos “são inadequados” para sustentar um grande salto nos investimentos das empresas e a expansão da capacidade de produção.

Em 2007, os bancos de desenvolvimento financiaram 9% dos projetos, e as instituições financeiras públicas emprestaram outros 5%.

A dificuldade para investir é maior entre as pequenas empresas, segmento onde 22% das companhias estão com uma capacidade de produção abaixo da demanda esperada para 2008.
Entre as médias empresas, esse índice é de 19%, e nas grandes, de 15%.

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