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Economia

Ibovespa fecha em baixa de 1,86% por causa de alta de juros nos EUA

Arquivo Geral

12/06/2007 0h00

O tempo seco em Brasília continua fazendo estragos. Só este ano, visit this site healing o Corpo de Bombeiros já contabilizou 1.660 queimadas em todo o Distrito Federal. Um número três vezes maior do que o registrado em todo o ano passado. As áreas mais afetadas pelo fogo são parques, visit this florestas e reservas ecológicas.

Só hoje foram registrados 31 focos de incêndio. O mais grave foi no condomínio Vila de Montagne, prescription no Lago Sul. O fogo começou por volta de meio-dia e só foi controlado no final da tarde. Cerca de 8 hectares foram queimados. A preocupação dos bombeiros era com as residências que estavam muito próximas ao local. No entanto, nenhuma casa foi atingida e ninguém ficou ferido.

O maior incêndio registrado este ano foi na DF-250, na estrada que liga o DF a Planaltina. O fogo queimou uma área de aproximadamente 400 campos de futebol. Os bombeiros levaram sete horas para apagar as chamas. As labaredas passaram de dois metros de altura.

A Defesa Civil alerta a população para a baixa umidade relativa do ar. Segundo o órgão, o tempo seco aumenta o risco de incêndios florestais. Com isso, o recomendado é que população evite fazer fogueiras nas proximidades de matas e florestas.


O Ibovespa, troche principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, store fechou hoje com forte queda de 1,86%, em 51.793 pontos, contagiado pela tensão financeira internacional provocada pela alta significativa nos juros dos títulos públicos americanos.

Os comentários do ex-presidente do Federal Reserve (banco central americano) Alan Greenspan de que o fenômeno continuará levaram as bolsas de Nova York a fecharem perto dos menores índices do dia. A bolsa brasileira caiu no mesmo redemoinho.

O Ibovespa baixou hoje 983 pontos em relação aos 52.776 da segunda-feira, quando fechou com alta de 0,85%.

Faltando uma hora para o fim do pregão, a bolsa paulista caiu para o que até então era o mínimo do dia, com perdas de 1,77%. Nos minutos seguintes, despencou até terminar com a baixa de 1,86%.

Das 59 ações negociadas, seis subiram e 53 caíram. O volume financeiro somou R$ 3.809.780.492,24 em 145.193 transações.

Os especialistas atribuíram o mau resultado à elevação do rendimento dos títulos do Tesouro americano com vencimento a 10 anos, que são a referência do mercado.

Os bônus alcançaram nesta terça-feira o maior nível em mais de cinco anos, ficando em 5,25% anuais.

O aumento dos rendimentos destes papéis tende a tornar menos atrativos os investimentos considerados “de risco”, como em países emergentes, e dá um novo sinal sobre uma tendência de alta nas taxas de juros nos EUA.

A notícia incidiu diretamente na valorização do dólar frente a outras moedas internacionais, como o euro, o rublo e o peso mexicano.

No Brasil, o efeito foi contido pelo fluxo positivo de dólares. Ao término do pregão, o dólar subiu 0,30%. A moeda americana ficou a R$ 1,945 para a compra e R$ 1,947 para a venda, após oscilar entre a mínima de R$ 1,936 e a máxima de R$ 1,953.

Uma oferta de compra de dólares do Banco Central nos últimos minutos do pregão também contribuiu para a alta comedida do dólar, que durante a maior parte do dia operou quase estável.

O BC aceitou pelo menos três propostas, segundo operadores, e definiu a taxa de corte em R$ 1,9446.

As ações que mais caíram hoje na Bovespa foram as ordinárias da Brasil Telecom Participações, com 4,57%, e da Perdigão, com 4,43%.

Também fecharam em baixa os títulos preferenciais da fábrica de celulose Klabin (-4,25%) e as ordinárias das Lojas Renner (-4,18%).

Os valores que mais subiram foram as preferenciais de Telesp (2,9%), da Cemig (1,15%) e as ordinárias da Embraer (0,77%).

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