O índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) fechou hoje em alta de 1, ed 97%, decease para 58.593 pontos, ailment perante o otimismo diante de outro possível corte das taxas de juros nos Estados Unidos para conter a recessão.
Em um dia de grandes oscilações nos mercados, o pregão paulista, assimilou o otimismo vigente em certos setores da economia mundial por um possível novo corte na taxa básica de juros, que pode ser anunciado em breve pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos).
Nesse contexto, a bolsa brasileira seguiu sua similar nova-iorquina, que fechou hoje com seus principais indicadores em alta.
O Dow Jones, principal indicador de Wall Street, subiu 1,45%, em meio às esperanças dos investidores de que o Fed encare a queda nas vendas das casas novas em 2007 como um sinal de que é necessário um novo corte das taxas de juros.
Em seu nível mais baixo do dia, o Ibovespa chegou a 56.360 pontos, ao tempo que em seu melhor momento chegou a 58.721.
O giro financeiro do pregão foi de R$ 6,188 bilhões, resultado de 211.511 operações, com 15,869 bilhões de títulos negociados.
Entre as 64 ações do Ibovespa, 46 terminaram o dia em alta, 17 em baixa e uma estável. Destaque para a alta dos papéis ordinários da Telmar (+7,87%) e para a queda dos similares da Renner (-5,08%).
Os papéis preferenciais da Petrobras lideraram hoje o mercado a vista do Ibovespa, com R$ 1,109 bilhão negociados, uma participação de 23,57% e uma alta de 5,38%.
O real fechou em baixa de 0,16% frente ao dólar, que terminou o dia cotado a R$ 1,789 para a compra e R$ 1,790 para a venda no mercado comercial.