O índice Ibovespa da Bolsa de Valores de São Paulo, visit this site arrastado pelo impacto do balanço negativo apresentado na sexta-feira passada pela Petrobras, caiu hoje para 61.526 pontos, caindo de 4,43%, registrando assim sua segunda maior queda do ano.
Este revés de hoje só não foi maior que os 6,63% negativos do dia 27 de fevereiro, quando as bolsas asiáticas desabaram.
Nesta segunda-feira, o pregão de São Paulo viu as ações da Petrobras continuarem se ajustando depois da alta recorde da quinta-feira e depois do balanço trimestral da sexta-feira, onde foram anunciadas quedas nos lucros do período.
O temor dos mercados externos, outra vez cautelosos pelo impacto da crise de crédito dos Estados Unidos no balanço de grandes bancos e empresas, também incidiu na jornada negativa.
O Ibovespa, segundo dados ajustados no fechamento, caiu 2.794 pontos em relação aos 64.320 registrados na sexta-feira, quando fechou a semana com alta de 1,19%, impulsionado paradoxalmente por notícias da Petrobras, que anunciou na quinta-feira o descobrimento de um gigantesco campo de reservas de petróleo.
A bolsa registrou 204.468 operações com 2,938 bilhões e um volume financeiro de R$ 6,540 bilhões. A alta de 2,43% das ações ordinárias da Embraer, que anunciou hoje negócios milionários, e a queda de 9,06% das do mesmo tipo da Petrobras foram o destaque do fechamento entre as 63 ações do Ibovespa.
As preferenciais da Petrobras, com queda de 6,5% e participação de 32,28%, lideraram o mercado à vista do Ibovespa, com negócios no valor de R$ 1,586 bilhão. No Ibovespa, cinco ações fecharam em alta, 56 em baixa e duas terminaram estáveis. O dólar comercial fechou hoje com uma alta de 1,42% no mercado brasileiro, cotado a R$ 1,774.