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Economia

Herdeiro do grupo Rodobens morre em Trancoso, aos 51

Giuliano estava de férias com a mulher, Alessandra, e os três filhos em Trancoso, quando passou mal

Redação Jornal de Brasília

03/01/2026 22h01

guiliano

Foto: Divulgação

DANIELE MADUREIRA
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS)

Giuliano Finimundi Verdi, 51, herdeiro do consórcio Rodobens, morreu nesta sexta-feira (2) em Trancoso, distrito de Porto Seguro, litoral da Bahia, vítima de um infarto fulminante.

O empresário era membro do conselho de administração e do comitê de pessoas da Rodobens S.A, que também reúne empresas de serviços financeiros e varejo automotivo, além de membro do conselho da RNI, a construtora do grupo.

Giuliano estava de férias com a mulher, Alessandra, e os três filhos em Trancoso, quando passou mal. Ele é neto do fundador da Rodobens, Waldemar de Oliveira Verdi, e filho de Waldemar de Oliveira Verdi Júnior.

“Giuliano teve participação relevante na trajetória do grupo, contribuindo com dedicação, senso de responsabilidade e respeito às pessoas. Sua atuação foi marcada pelo compromisso com os valores que sempre orientaram os negócios da família”, afirma a Rodobens, em nota.

O grupo de empresas de varejo automotivo, serviços financeiros e consórcio imobiliário Rodobens nasceu em 1949 em São José do Rio Preto, interior paulista, como uma concessionária de caminhões Mercedes-Benz. Waldemar de Oliveira Verdi pai e filho se tornaram sócios em 1966, com a criação da Rodobens Consórcios.

O fundador morreu em 2015, aos 97 anos. Já Verdi Júnior, 80, conhecido como “Deco”, é presidente do conselho de administração do grupo. Além de Giuliano, teve uma filha, Marcella. A família se afastou do comando executivo em 1996, para ocupar posições no conselho.

De capital aberto, o grupo é formado por empresas de consórcio, seguros, crédito, leasing e locação, além de rede de concessionárias próprias de automóveis Toyota, Mercedes, Hyundai e veículos comerciais Mercedes-Benz.

A Rodobens S.A encerrou o ano de 2024 com receita líquida de R$ 5,4 bilhões e lucro de R$ 335,1 milhões. Ao final o terceiro trimestre de 2025, administrava uma carteira de crédito de R$ 20,7 bilhões.

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