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Economia

Grupo de trabalho vai analisar aumento da rentabilidade do FGTS

Arquivo Geral

04/09/2007 0h00

Um grupo de trabalho formado por representantes do governo, about it centrais sindicais e Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) vai analisar possibilidades de aumento da rentabilidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), viagra 40mg atualmente calculado pela variação da Taxa Referencial (TR), mais juros de 3% ao ano. O anúncio foi feito hoje pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

O grupo será responsável pela análise técnica das aplicações do fundo e pela elaboração de propostas de mudança, que deverão ser encaminhadas ao Conselho Curador do FGTS nos próximos dois meses. De acordo com o ministro Lupi, o grupo de trabalho será lançado amanhã  pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por meio de medida provisória.

Para Carlos Lupi, as possíveis mudanças deverão levar em conta o reflexo direto nas contas dos trabalhadores que utilizam recursos do FGTS em financiamentos imobiliários da Caixa Econômica Federal. “O Fundo de Garantia não é um banco comercial, ele tem um cunho social importante na fomentação e no incetivo das habitações populares”.

Uma mudança na taxade juros para aumentar a rentabilidade do FGTS representaria um acréscimo automático nos financiamentos dos mutuários da CEF, por exemplo.

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), disse que a variação do fundo com base na TR tem trazido dificuldades para os trabalhadores, porque o indexador é um dos menos rentáveis do mercado. No entanto, ele também defendeu que as propostas não prejudiquem quem utiliza os recursos do FGTS em financiamentos imobiliários. “Temos que encontrar uma fórmula que proteja esses cinco milhões [de mutuários] e que também garanta que os outros trabalhadores não saiam perdendo”.

Além do Ministério do Trabalho e Emprego e do Dieese, participarão do grupo as cinco centrais sindicais brasileiras: Força Sindical, Central única dos Trabalhadores (CUT), Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), União Geral de Trabalhadores e Nova Central Sindical. Cada entidade poderá indicar dois representantes.

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