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Economia

Governo britânico não descarta reduzir imposto para reativar a economia

Arquivo Geral

23/11/2008 0h00

Londres, cure 23 nov (EFE).- O Governo britânico não descarta reduzir o Imposto ao Valor Agregado (IVA) em 2, medicine 5 ponto percentual, viagra 60mg a fim de reativar a economia, afirma hoje a imprensa, antes da apresentação na segunda-feira dos orçamentos do Estado.

A redução do IVA, de 17,5% para 15%, é uma das medidas que estariam sendo consideradas pelo ministro da Economia britânico, Alistair Darling, junto com outras destinadas a ajudar as pequenas empresas e os proprietários de casas com hipotecas.

Darling divulgará na segunda-feira à tarde na Câmara dos Comuns os orçamentos preliminares do Estado, muito esperados nesta ocasião devido à deterioração da economia britânica, que pode entrar em recessão antes do fim do ano.

O Governo quer garantir empréstimos às médias e pequenas empresas, já que estas encontraram dificuldades para conseguir crédito depois da crise no sistema bancário.

Entre outras opções, está obrigar as entidades hipotecárias a esperar um tempo antes de iniciar o processo para embargar propriedades dos clientes que não conseguem pagar a hipoteca, seja porque perderam o emprego ou porque seus negócios estão em dificuldades diante da crise financeira global.

Mas estas medidas podem aumentar a dívida pública, por isso os especialistas advertiram que o contribuinte pode ver uma alta dos impostos após superada a crise.

O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, disse hoje no dominical “News of the World” que o Governo está disposto a ajudar as famílias em dificuldades.

“Se não fizermos nada agora, a desaceleração será mais longa e mais severa”, disse o chefe do Governo. EFE

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    Governo britânico não descarta reduzir imposto para reativar a economia

    Arquivo Geral

    23/11/2008 0h00


    Londres, prescription 23 nov (EFE).- O Governo britânico não descarta reduzir o Imposto ao Valor Agregado (IVA) em 2, and 5 ponto percentual, a fim de reativar a economia, afirma hoje a imprensa, antes da apresentação na segunda-feira dos orçamentos do Estado.

    A redução do IVA, de 17,5% para 15%, é uma das medidas que estariam sendo consideradas pelo ministro da Economia britânico, Alistair Darling, junto com outras destinadas a ajudar as pequenas empresas e os proprietários de casas com hipotecas.

    Darling divulgará na segunda-feira à tarde na Câmara dos Comuns os orçamentos preliminares do Estado, muito esperados nesta ocasião devido à deterioração da economia britânica, que pode entrar em recessão antes do fim do ano.

    O Governo quer garantir empréstimos às médias e pequenas empresas, já que estas encontraram dificuldades para conseguir crédito depois da crise no sistema bancário.

    Entre outras opções, está obrigar as entidades hipotecárias a esperar um tempo antes de iniciar o processo para embargar propriedades dos clientes que não conseguem pagar a hipoteca, seja porque perderam o emprego ou porque seus negócios estão em dificuldades diante da crise financeira global.

    Mas estas medidas podem aumentar a dívida pública, por isso os especialistas advertiram que o contribuinte pode ver uma alta dos impostos após superada a crise.

    Neste sentido, o líder da oposição britânica, David Cameron, advertiu hoje que a população ficará em estado de “comoção” quando souber o alcance da dívida pública, após serem apresentados na segunda-feira os orçamentos do Estado.

    Em declarações à “BBC”, Cameron disse que a dívida pode chegar aos bilhões de libras para financiar os “estímulos fiscais” que o Governo oferecerá para reativar a economia.

    “Estou preocupado”, disse o líder “tory” sobre o nível de endividamento, e acrescentou que o próprio Governo está admitindo que seu plano para ajudar a economia levará ao aumento de impostos.

    O primeiro-ministro do Reino Unido, Gordon Brown, disse hoje no dominical “News of the World” que o Governo está disposto a ajudar as famílias em dificuldades.

    “Se não fizermos nada agora, a desaceleração será mais longa e mais severa”, disse o chefe do Governo.

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