A partir deste mês, cerca de 16 milhões de brasileiros com renda mensal até R$ 5 mil passam a ser isentos do Imposto de Renda, enquanto aqueles com rendas entre R$ 5 mil e R$ 7.350 terão descontos reduzidos. A medida, sancionada em novembro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, integra as ações do Governo do Brasil para corrigir distorções tributárias e fortalecer o poder de compra da população.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Lula destacou o impacto imediato da mudança nos contracheques dos trabalhadores. “Você vai economizar o equivalente a quase R$ 4.800 por ano. Significa quase um décimo quarto salário para você. Então vai sobrar mais dinheiro no final do mês”, afirmou. O presidente reforçou que a iniciativa traz mais tranquilidade e dignidade às famílias, representando comida na mesa e um primeiro passo para uma tributação mais justa sobre os salários.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enfatizou o cumprimento de um compromisso do governo e o alívio no orçamento das famílias. Ele recordou que o congelamento anterior da tabela do IR penalizava a população de baixa renda, e agora a ampliação chega aos R$ 5 mil. Haddad explicou que a compensação não recai sobre os trabalhadores, mas sobre um imposto mínimo para rendas acima de R$ 1 milhão ao ano, afetando cerca de 140 mil pessoas. “É uma contribuição para compensar os R$ 10 milhões de trabalhadores que deixaram de pagar e os R$ 5 milhões que vão pagar um pouco menos”, disse.
De acordo com o ministro, aproximadamente 15 milhões de pessoas terão alguma folga financeira no fim do mês, ajudando a pagar dívidas ou planejar melhor as contas. A medida faz parte de um conjunto de ações para melhorar o bem-estar da população, promovendo desenvolvimento com inclusão e valorização do trabalho.
Lula já havia declarado que o país tem condições para um salto de qualidade na economia, cuidando das pessoas. Com a nova regra, milhões de brasileiros dispõem de mais renda para consumo e investimentos familiares, reforçando o compromisso com a redução das desigualdades.
Com informações do Governo Federal