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Economia

Gasto para substituição de cédulas em má conservação ainda é alto, diz Banco Central

Arquivo Geral

12/03/2008 0h00

O Brasil gastou, link em 2007, decease R$ 140 milhões na substituição de cédulas de dinheiro e R$ 40 milhões na fabricação de novas cédulas, segundo a pesquisa O Brasileiro e sua Relação com o Dinheiro, divulgada hoje pelo chefe do Departamento do Meio Circulante do Banco Central, João Sidney de Figueiredo Filho.


O uso da moeda no país, em termos reais, aumentou muito nos últimos 14 anos, passando de R$ 10 bilhões em 1994, quando foi implantado o Plano Real, para quase R$ 93 bilhões até o momento. “Estamos atingindo patamares que se aproximam dos patamares europeu e americano de proporção de dinheiro sobre o Produto Interno Bruto (PIB). Sem dúvida esses são sinais de que o brasileiro está tendendo a usar mais a moeda, proporcionalmente”, explicou Figueiredo Filho.


Segundo o economista, atualmente o valor de moeda circulante representa 3,7% do PIB, contra uma média de 6,5% na União Européia. No entanto, ele alerta para que os brasileiros cuidem melhor do dinheiro.



“A substituição de notas desgastadas é um aspecto que pode melhorar e reduzir a despesa pública. Se as pessoas cuidam mais do dinheiro, certamente ele dura mais e não precisa-se substituir tanto”, recomendou.


Figueiredo Filho também ressaltou a importância de a população usar as moedas nas suas despesas. “Se as pessoas tiram as moedinhas das gavetas, dos cofrinhos, e as colocam em circulação, não é preciso colocar mais novas moedas em circulação”, disse.



Ele adiantou que ao longo de 2008 serão colocadas em circulação mais 400 milhões de moedas de R$ 1, aumentando o número total para cerca 1,3 bilhão de moedas desse valor em poder do público.



 

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