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Economia

Galípolo: dissonância resultante de choques de oferta tem gerado algum tipo de incômodo

Em evento da Fundação Getulio Vargas, chefe do BC diz que divergência entre dados e percepção tem gerado ceticismo global

Redação Jornal de Brasília

06/04/2026 14h43

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Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta segunda-feira, 6, que os choques de oferta recentes respondem, em parte, pela dissonância que vem sendo observada entre números oficiais da economia e o sentimento econômico em vários países do mundo. “Isso também tem alimentado um certo grau de ceticismo nos números oficiais, em função dessa dissonância”, disse

O banqueiro central emendou que, em sua visão, essa dissonância de primeira ordem, em função dos choques de oferta, tem se propagado no comportamento dos agentes econômicos e reverberado em outras dissonâncias, que “têm gerado algum tipo de incômodo”

O presidente do BC voltou a mencionar que os últimos seis anos foram marcados por quatro choques de oferta. “Acho que todos nós gostaríamos de ter uma pausa em participar de grandes eventos históricos”, brincou.

As declarações de Galípolo foram realizadas durante participação na abertura do XII Seminário Anual de Política Monetária promovido pelo Centro de Estudos Monetários do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), no Rio de Janeiro.

Estadão Contéudo

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