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Economia

Fundos de pensão fecham 2025 com superávit de R$ 17 bilhões e rentabilidade de 13,23%

Melhor desempenho desde 2013, impulsionado por planos superavitários que superaram os deficitários.

Redação Jornal de Brasília

14/04/2026 18h06

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo

As entidades fechadas de previdência complementar (EFPC), conhecidas como fundos de pensão, encerraram o ano de 2025 com um superávit de R$ 17 bilhões e uma rentabilidade média de 13,23%.

Os dados, divulgados pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) nesta terça-feira (14), representam o melhor resultado para o sistema desde 2013, quando o superávit foi de R$ 18 bilhões. O balanço resulta da diferença entre os R$ 39 bilhões em planos superavitários e os R$ 22 bilhões em planos deficitários.

“O resultado de 2025 demonstra a resiliência e a consistência da previdência complementar fechada no Brasil. Mesmo em um ambiente financeiro desafiador, o sistema apresentou desempenho sólido, sustentado por práticas rigorosas de governança, gestão de riscos e visão de longo prazo”, destacou o presidente da Abrapp, Devanir Silva.

Os fundos de pensão administram cerca de R$ 1,4 trilhão em ativos no país. Constituídos na forma de sociedade civil ou fundação, eles não têm fins lucrativos e operam planos de previdência privada destinados exclusivamente a empregados de uma empresa ou membros de associações profissionais.

*Com informações da Agência Brasil

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