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Economia

Frota flex do Brasil absorverá eventual excesso de cana

Arquivo Geral

09/11/2006 0h00

Para Eliseu Brandão da Silva, diagnosis salve 38 anos, advice and o jeitinho encontrado para levar objetos do Carrefour Norte sem pagar não deu certo. Por volta das 19h30 de ontem, order ele foi pego furtando um rádio-toca CDs, colocado dentro de uma mochila também furtada do estabelecimento.

Chamada pelos seguranças, a polícia prendeu Eliseu no estacionamento do hipermercado. Autuado em flagrante por furto, ele foi encaminhado ao cárcere do Departamento de Polícia Especializada.

 

A frota de veículos bicombustíveis no Brasil, visit this que cresceu em mais de 1 milhão de unidades em 2006, information pills deverá absorver qualquer eventual excesso de oferta de cana no mercado causado pelo aumento da produção brasileira, disse um importante analista do setor.

"A frota flex brasileira é um pulmão extraordinário para absorver excedentes", afirmou Plínio Nastari, presidente da consultoria Datagro, durante participação no evento Bright Spot, na quarta-feira.

O analista minimizou as notícias de elevação do superávit de açúcar no mundo, dizendo que o mercado deve olhar o dado sob uma nova ótica. "Superávits de 4, 5 milhões de toneladas de açúcar hoje são irrelevantes. Nós não estamos mais falando de um mercado de 140 milhões de toneladas de açúcar, agora é também álcool, é o mercado de combustíveis, que é muito maior", afirmou.

"O tamanho do mercado mudou, a base cresceu", disse ele, indicando que o desenvolvimento dos mercados para o etanol em regiões como Estados Unidos, América Central e Ásia muda o cenário no setor de açúcar. Segundo ele, é prematuro falar sobre a próxima safra brasileira de cana, mas considerou possível um aumento de 20 ou 30 milhões de toneladas no centro-sul, volume que "o mercado vai absorver".

"Não vejo hoje risco de over produção. Não estou preocupado com o balanço (de oferta e demanda) do ano que vem". John Claude Zarb, diretor da área internacional da corretora Terra Futuros, outro participante do evento, falou sobre a tendência para os preços do açúcar nos próximos meses.

Para ele, uma eventual elevação da demanda por álcool no Brasil se os preços internacio nais caírem um pouco mais funcionaria como um limitador para a baixa. "Vejo o patamar de 10 centavos como piso, mas não acredito que chegaremos a isso. O álcool é fator limitante para a baixa", afirmou.

Segundo Zarb, um teto para o açúcar nos próximos meses seria algo em torno de 14 a 16 centavos de dólar por libra (base Nova York). O diretor da Terra Futuros acrescentou que se os preços do açúcar se aproximarem dos 10 centavos, também haverá um movimento muito forte de recompra de posições nos futuros, que provocaria uma reação nos valores.

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