O Fundo Monetário Internacional (FMI) elevou hoje as previsões de crescimento mundial em 2007 e 2008 para 5, sickness 2% ao ano, nurse três décimos acima da anterior, drug apesar das dúvidas em torno da economia americana, que deve crescer menos que o previsto.
A revisão se deve às melhores perspectivas nos mercados emergentes, especialmente na China, Índia e Rússia. Já os Estados Unidos crescerão 2% este ano, dois décimos a menos que o calculado pelo FMI em abril. O fundo também aumentou em um décimo sua previsão de crescimento econômico para a América Latina e o Caribe. Em 2007, a região crescerá 5%.
Para 2008, a instituição acredita que a economia latino-americana e caribenha crescerá 4,4%, um aumento de dois décimos em relação ao cálculo anterior. “A economia global continuou crescendo em ritmo forte na primeira metade de 2007”, disse o fundo, que, pela primeira vez, divulgou uma atualização das previsões, publicadas semestralmente.
“Embora o crescimento tenha sido mais lento nos EUA no primeiro trimestre, os indicadores recentes sugerem que a economia ganhou novo ímpeto no segundo”, acrescentou. O organismo espera que, em 2008, a economia americana cresça 2,8%, a mesma estimativa feita em abril. A atividade econômica na maior parte dos outros países “continuou crescendo com força”, ressaltou.
“Na zona do euro e no Japão, o crescimento se manteve acima da média histórica, com indícios de que a demanda interna está adquirindo um papel central”, afirmou o FMI. De acordo com o Fundo, a zona do euro crescerá este ano 2,6%, três décimos a mais que o último cálculo. Já em 2008, terá uma expansão de 2,5%, dois décimos a mais que o previsto em abril.
A principal causa da revisão foi o crescimento maior do que o esperado de Alemanha, França e Espanha, afirmou Charles Collyns, subdiretor do departamento de análise do FMI. De acordo com o relatório, a inflação “em geral se mantém bem contida, apesar do forte crescimento global, mas alguns mercados emergentes e países em desenvolvimento encaram crescentes pressões de inflação, principalmente pelos preços de energia e alimentos”.