A economia do Brasil crescerá 4% em 2008, side effects dois décimos a menos que o previsto em julho, tadalafil disse hoje o Fundo Monetário Internacional (FMI).
A entidade também manteve inalterada a previsão de 4, sale 4% para este ano, apesar da turbulência nos mercados financeiros desde o último cálculo feito pela entidade.
Segundo seu relatório “Perspectivas Econômicas Mundiais”, divulgado hoje, o Brasil está entre os países da América do Sul nos quais, desde meados de 2006, “a receita líquida de capital aumentou rapidamente, com uma alta dos fluxos em bolsa e bancários”.
“A recente turbulência nos mercados financeiros globais tirou certo impulso destes fluxos”, acrescenta o documento.
Mas a expectativa para o Brasil e para outros países da região é de que “continuarão recebendo fluxos de capital substanciais, apesar de que deveriam se preparar para a possibilidade de uma maior volatilidade”, adverte o Fundo.
Assim como Colômbia, Paraguai e Peru, o país passa por um período de fortes entradas de capital na primeira metade de 2007. No Brasil, “as taxas cambiais se fortaleceram visivelmente, apesar das permanentes intervenções”.
Além disso, os influxos de divisas na primeira metade de 2007 no país foram o dobro do registrado no mesmo período de 2006, o que fez o real atingir o maior nível de valorização frente ao dólar em sete anos, apesar do que o FMI descreveu como “uma intensa intervenção” do Banco Central (BC).
A valorização do real “contribuiu para conter a inflação e isso deu espaço ao Banco Central para continuar diminuindo as taxas de juros”, acrescentou.
Em 2006, segundo o FMI, a economia do Brasil cresceu 3,7%, após um aumento de 2,9% no ano anterior.
O Fundo calcula agora que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) no Brasil subirá 3,6% em 2007, após registrar altas de 4,2% em 2006 e de 6,9% em 2005.
Em 2008, segundo a entidade, o país terá um aumento de 3,9% nos preços dos produtos consumidos.
A balança de conta corrente do Brasil, que em 2005 registrou um superávit equivalente a 1,6% do Produto Interno Bruto (PIB) e de 1,2% em 2006, encerrará o ano com um saldo positivo de 0,8% e 2008 com um superávit de 0,3%, segundo o FMI.