Silva reconheceu que os países emergentes, como os latino-americanos, vivem um momento de bonança, mas alertou que esta situação não poderá ser mantida para sempre.
O responsável do FMI afirmou que, para manter o crescimento econômico, os países devem fazer “o possível” para que as instituições realizem “esforços de pacificação” e mantenham números macroeconômicos “estáveis e sérios”.
Ele lamentou a saída do diretor-gerente do FMI, o espanhol Rodrigo de Rato, que, segundo sua opinião, “desempenhou adequadamente sua função”, sobretudo na “prevenção de crises”.