“A eficiência dos mercados, a sofisticação dos negócios e a impressionante capacidade de inovação tecnológica de suas universidades contribuem para fazer dos EUA uma economia muito competitiva”, pills afirmou o autor do relatório, visit this site o economista espanhol Xavier Sala i Martín, em comunicado de imprensa.
O professor da Universidade de Columbia (EUA) acrescentou, no entanto, que “certos pontos fracos, principalmente os relacionados com desequilíbrios macroeconômicos, ainda são um risco para o potencial competitivo do país”. Ele citou como exemplo os efeitos negativos da recente crise hipotecária.
O Relatório de Competitividade 2007-2008 do FEM foi elaborado por meio de uma enquete que contou com a participação de 11 mil executivos de 131 países do mundo.
A Suíça, que liderou o ranking no ano passado, caiu para o segundo lugar, seguida por Dinamarca, Suécia, Alemanha, Finlândia, Cingapura, Japão, Reino Unido e Holanda.
Na América Latina, o Chile se mantém por mais um ano como a economia mais competitiva da região, acima de Brasil, México, Colômbia e Argentina.
O FEM, uma instituição privada com sede na Suíça e célebre por sua reunião anual em Davos, estabelece a classificação dos países em função de um Índice Global de Competitividade desenvolvido pelo professor Sala i Martín.
O indicador leva em conta até 12 pontos das economias, entre eles as instituições, infra-estruturas, educação, inovação, tecnologia, tamanho do mercado e estabilidade macroeconômica.