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Economia

Entidades empresariais reforçam importância de redução dos juros para salvar PIB de 2009

Arquivo Geral

10/03/2009 0h00

A queda de 3, information pills 6% do Produto Interno Bruto (PIB) tornou-se mais um argumento para entidades empresariais cobrarem do Banco Central um corte brusco e urgente da taxa básica de juros. Economistas da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio) afirmaram à Agência Brasil que, buy more about se o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC não anunciar uma redução dos juros Selic amanhã (11), patient a economia brasileira pode até encolher em 2009.


“Se a política monetária não mudar, podemos ter um crescimento negativo neste ano”, afirmou o gerente do departamento de economia da Fiesp, André Rebelo. “Esperamos que o Banco Central se sensibilize e faça um corte de 2 pontos percentuais e adote viés de baixa, para que possa baixar a taxa novamente antes da próxima reunião, em 45 dias.”


A taxa básica de jurso está em 12,75% ao ano, e a expectativa é que o Banco Central faça uma redução de um ponto percentual.


Segundo Rebelo, a situação econômica do país vem se deteriorando mais rapidamente do que o esperado e é preciso agir de forma mais ágil. “Precisamos correr para salvar este ano. Neste primeiro trimestre é que vamos definir se teremos crescimento ou não.”


Altamiro Carvalho, da Fecomercio, diz que é necessário um corte na taxa Selic amanhã, pois a inflação está sob controle, o governo não pode continuar pagando o montante de juros da dívida pública, e o consumidor precisa de crédito para comprar.


Carvalho afirmou que a queda do PIB verificada no último trimestre do ano passado surpreendeu a Fecomercio, que esperava redução de no máximo 2,3% – e não os 3,6% registrados. Para ele, dificilmente a economia crescerá nos três primeiros meses de 2009 e, possivelmente, não vai se recuperar se o governo não anunciar medidas extras para estímulo à atividade indústrial e ao consumo.


“O governo poderia anunciar mais incetivos fiscais, como foi no caso dos veículos. Isso realmente surtiu efeito”, sugeriu. “Também poderia ser liberado o depósito compulsório para que os bancos emprestem o dinheiro para os consumidores.”


 

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