O valor de mercado de 775 empresas com ações negociadas nas bolsas de valores de sete países latino-americanos diminuiu cerca de US$ 322, viagra 100mg 2 bilhões em menos de um mês devido às turbulências internacionais, informou hoje um estudo.
Segundo o documento elaborado pela consultoria Economática, esse é o montante que as principais empresas latino-americanas cotadas em bolsa perderam em valor de mercado por causa das turbulências geradas pelo temor de uma crise no mercado imobiliário dos Estados Unidos.
De acordo com o relatório, o valor de mercado das 775 companhias analisadas era de pouco mais de US$ 1,928 trilhão em 19 de julho, antes de as turbulências começarem a derrubar bolsas de todo o mundo.
No fechamento de quarta-feira, com as perdas gerais em todas as bolsas, o valor de mercado destas mesmas 775 empresas tinha caído para cerca de US$ 1,606 trilhão, segundo a Economática.
O relatório inclui os valores de 775 empresas cotadas nas bolsas de valores de Brasil, Argentina, Colômbia, Chile, Peru, México e Venezuela – as sete maiores economias da América Latina.
As perdas, de acordo com a empresa, foram maiores em 316 empresas brasileiras com ações negociadas na Bolsa de São Paulo (Bovespa). Para elas, o valor de mercado foi reduzido em US$ 209,7 bilhões no período. Em 19 de julho, elas tinham um valor de mercado de US$ 1,003 trilhão. Na quarta-feira, o montante tinha caído para US$ 793,8 bilhões.
Em segundo lugar vem o México, onde 103 companhias tinham perdido um valor de mercado de US$ 65,8 bilhões (de US$ 459,5 bilhões para US$ 393,7 bilhões).
Em seguida aparecem Chile, onde 148 empresas perderam US$ 17,3 bilhões (de US$ 212,5 bilhões até US$ 195,2 bilhões), e Peru, com perdas de US$ 13,7 bilhões para 82 empresas (de US$ 113,7 bilhões para US$ 100 bilhões).
A Argentina vem em quinto lugar, com perdas de US$ 11,8 bilhões para 72 companhias; a Colômbia, em sexto, com uma redução de US$ 3,5 bilhões no valor de 22 empresas; e Venezuela é a sétima, com uma redução de US$ 400 milhões para 32 firmas.
De acordo com a Economática, as 1.204 maiores empresas americanas cotadas em bolsa perderam no período analisado US$ 1,651 trilhão, número superior ao atual valor de mercado das 775 empresas latino-americanas estudadas.
Além disso, as perdas sofridas pelas cinco empresas americanas mais afetadas pelas turbulências (Exxon Mobil, General Electric, Microsoft, Citigroup e Chevron Texaco) no período chegam a US$ 190,1 bilhões.