Em parceria com o Ministério do Trabalho, viagra buy dosage a Organização Não-Governamental Rede Anoreg de Responsabilidade Social, more about vinculada à Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg), realiza a campanha Registro Social em celebração ao Mês do Trabalhador, o mês de maio.
A campanha pretende abrir em todos os cartórios do país oportunidades para novas contratações, além de sensibilizar os empresários para a inclusão dos jovens no mercado formal e incentivar o primeiro emprego de jovens brasileiros.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há no Brasil 61 milhões de jovens entre 15 e 34 anos, sendo que 22 milhões deles estão sem perspectiva profissional. O programa deve estimular 21 mil novas contratações registradas em cartório com a criação de um banco de empregos de incentivo ao primeiro emprego, em todo o país.
Para se cadastrar os interessados devem ter entre
A conclusão é de uma pesquisa apresentada hoje pela Organização Não-governamental Riovoluntário. O estudo, salve intitulado Perfil do Voluntariado Empresarial no Brasil, rx analisou 89 companhias de todo o país que se declararam promotoras de ações de voluntariado. O levantamento aponta que quase metade delas (45%) tem programas institucionais no terceiro setor, online com planejamento e orçamento anuais definidos.
Para a coordenadora da pesquisa, Laurelena Palhano, as empresas estão cada vez mais atentas à promoção de ações de cidadania dentro e fora de seu espaço corporativo. “Isso nos leva a crer que o assunto está ganhando cada vez mais espaço dentro das companhias”.
A principal expectativa das empresas ao desenvolverem programas de voluntariado é melhorar o relacionamento com as comunidades. Esse ponto foi declarado por 65% das unidades pesquisadas. O objetivo seguinte, de acordo com 38% dos entrevistados, é atender às necessidades sociais das comunidades.
A gestora do Programa Voluntário Petrobras Fome Zero, um dos analisados na pesquisa, Ana Paula Matos, acredita ser fundamental não só estimular a prática nas empresas, mas capacitar os funcionários para que atuem nas comunidades, formando, assim, multiplicadores de conhecimento nos grupos sociais atendidos.
“Essa atividade atende a uma demanda daquele grupo social, identificada pelo voluntário através de uma pesquisa de campo. Isso eleva a auto-estima do funcionário e aproxima a empresa da comunidade, o que para nós é fundamental”, avaliou Matos.
O coordenador de Responsabilidade Social e Ética do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), Ciro Torres, alerta para o fato de que, isoladamente, ações de voluntariado não representam um compromisso da empresa com a responsabilidade social.
Segundo ele, é preciso verificar um conjunto de práticas relacionadas à ética e à transparência, que também precisam ser valorizadas pela companhia.
“Muitas empresas criam programas sociais para compensar um mal que causam à população. Claro que promover ação social privada é bom e vai trazer benefícios para a comunidade atendida, mas não adianta se essa prática for pontual para mil pessoas e, por outro lado, a forma de produção dessa empresa causar danos ambientais ou o produto que ela desenvolve trouxer malefícios a um número muito maior de pessoas”.