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Economia

Emplacamentos de veículos crescem 16% no primeiro trimestre de 2026

O mercado brasileiro totalizou 1,25 milhão de unidades vendidas, com março registrando o segundo melhor resultado histórico.

Redação Jornal de Brasília

07/04/2026 15h14

Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

O mercado brasileiro de veículos automotores apresentou forte expansão no primeiro trimestre de 2026, com um crescimento de 16,09% nos emplacamentos em relação ao mesmo período de 2025, totalizando 1.254.696 unidades. Os dados foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), que representa as concessionárias do país.

O acumulado do período já é o terceiro melhor da série histórica, superado apenas pelos anos de 2011 e 2012. Março, em particular, destacou-se com 513.099 veículos emplacados, marcando o segundo melhor mês de março da entidade. Esse resultado representa um aumento de 36,86% em comparação a fevereiro e de 35,26% ante março do ano anterior.

Embora o calendário tenha favorecido o período, com 22 dias úteis em março, a Fenabrave aponta para uma melhora efetiva no ambiente de consumo. “O mês de março confirmou um mercado mais dinâmico, com desempenho disseminado entre os principais segmentos e um primeiro trimestre que já se posiciona entre os melhores da série histórica. O calendário ajudou, mas os dados mostram também uma reação consistente da demanda”, afirmou Arcelio Junior, presidente da federação.

Considerando apenas veículos zero quilômetro, incluindo automóveis de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, foram emplacadas 269.463 unidades em março, com crescimento de 45,55% em relação a fevereiro e de 37,85% sobre março de 2025.

O segmento de motocicletas continuou a se destacar, com 221.573 unidades vendidas no mês, um aumento de 29,19% ante fevereiro e de 33,47% em comparação a março de 2025. “Mais uma vez, as motocicletas tiveram papel decisivo no desempenho do setor. É um segmento que vem ampliando sua importância no mercado brasileiro, tanto pela mobilidade quanto pela função econômica e social que exerce”, destacou o presidente da Fenabrave.

Com informações da Agência Brasil

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