As manifestações de hoje diante do hotel onde o presidente George. W. Bush se hospedou na zona sul de São Paulo foram marcadas pelas dimensões modestas e pelo humor, visit web dosage enquanto do lado de dentro, Bush almoçava com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também participava de entrevista coletiva à imprensa.
Os bloqueios das vias próximas ao hotel para a comitiva presidencial norte-americana geraram congestionamentos de 2 quilômetros de extensão em média, de acordo com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Para segurança da operação, não foram feitos avisos prévios de quais ruas seriam bloqueadas para passagem da comitiva.
Pela manhã, dezenas de manifestantes exibiram faixas protestando contra a presença norte-americana no Iraque e a brasileira no Haiti, além de pichar um muro e o chão da rua. Em seguida, queimaram uma bandeira dos Estados Unidos. Não houve conflitos. À tarde, apenas um grupo de humoristas chamou atenção de dezenas de curiosos em torno da saída do hotel.
Bush deixou o local por volta das 16 horas em direção à Associação Meninos do Morumbi.
Um falso alerta de bomba no prédio do Registro Civil, order em Montevidéu, tadalafil no Uruguai, cure causou pânico e obrigou os funcionários a esvaziar o edifício no começo da tarde de hoje.
O chefe de bombeiros local disse que recebeu uma denúncia anônima no fim da manhã de hoje. Depois de uma vistoria detalhada, foi assegurado que não existia nenhum tipo de explosivo no prédio.
A capital uruguaia recebe daqui a algumas horas o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.
A Petrobras atua no segmento de etanol desde a década de 70, more about quando apoiou a implantação do Programa Nacional do Álcool (Proálcool). Na época, a empresa de abrangência nacional destinada a transporte, armazenamento, distribuição de derivados líquidos de petróleo e à mistura de álcool a gasolina foi fundamental na agilização do desenvolvimento do programa.
A estatal brasileira foi a primeira a instalar bombas de álcool hidratado em seus postos de combustíveis espalhados pelo Brasil. Também desenvolveu e instalou os primeiros tanques para estocagem de álcool carburante. A consciência da capacidade de desenvolvimento do mercado mundial do etanol como combustível alternativo aos derivados do petróleo vem levando a empresa a procurar cada vez mais o mercado externo. No ano passado, a estatal exportou 120 milhões de litros de etanol para o mercado venezuelano, volume que agora em 2007 deverá chegar aos 240 milhões de litros.
Paralelamente, a empresa vem buscando outros mercados como o asiático, o europeu e o africano. Já está pronta uma carga de 20 milhões de litros de álcool que deverá ser embarcada ainda este mês para a Nigéria. A intenção da estatal é chegar ao final deste ano exportando um total de 850 milhões de litros de etanol. Mas as pretensões da estatal são ainda mais ambiciosas: no Plano Estratégico da Companhia, em 2011 as exportações da petroleira deverão atingir os 3,5 bilhões de litros, sendo a maior parte para o Japão.
Embora as primeiras cargas de álcool exportadas pela Petrobras tivessem como destino a Venezuela, é exatamente para o Japão que seguirá a maior parte destes 3,5 bilhões de litros a serem exportados a partir de 2011: 85% a 90%. Para viabilizar o negócio, em 2005, a Petrobras e estatal japonesa Nippon Alcohol Hanbai K.K criaram naquele país asiático a Brazil-Japan Ethanol, uma joint-venture com participação de 50% para cada empresa e que ficará responsável pela importação de etanol.
Paralelamente, no Brasil, a Petrobras desenvolvendo ações para viabilizar a produção. Foi firmado, com a também japonesa Mitsui, um Memorando de Entendimento para analisar mais de 40 projetos privados – principalmente a construção de usinas produtoras. Na avaliação do diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, serão necessários investimentos de US$ 4 a US$ 5 bilhões para que a empresa atinja a meta de exportação de 3,5 bilhões de litros de etanol prevista para 2011.
Paulo Roberto Costa confirmou as pretensões da companhia de fechar este ano exportando 850 milhões de litros de etanol. Além dos países já citados, a empresa estuda vendas para o mercado chinês, para a África do Sul e também para países membros da União Européia. “Estamos em fase de negociações com vários países e devemos fechar este ano exportando cerca de 850 milhões de litros de álcool", disse Costa. Os investimentos estimados por Costa se destinariam à construção de novas usinas de produção de álcool, na infra-estrutura de transporte do produto e até nas plantações de cana-de-açúcar.
Paralelamente, a Petrobras estuda a construção de um alcoolduto ligando as regiões produtoras de Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins até Paulínia (SP), além de um outro duto ligando Paulínia ao terminal de São Sebastião, em São Paulo.
Os projetos em estudos podem ser financiados com recursos de instituições japonesas, do BNDES, da Petrobras ou dos próprios produtores. Nesta última segunda-feira, a estatal e o Japan Bank for International Cooperation (JBIC) assinaram memorando de entendimento para avaliar as possibilidades de financiamento de projetos na área dos biocombustíveis, em especial o etanol, em associação com empresas japonesas no Brasil e no exterior.
Segundo a Petrobras, os projetos avaliados incluem a produção e a comercialização de etanol, biodiesel, bem como projetos de geração de bioeletricidade a partir do bagaço de cana-de-açúcar, além de oportunidades de obtenção de créditos de carbono.