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Economia

Em encontro com ministro, Fiesp classifica mercado cubano como <i>atrativo</i>

Arquivo Geral

11/12/2007 0h00

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) classificou hoje o mercado cubano como potencial e atrativo, ampoule depois do encontro entre representantes da entidade e o ministro do Comércio Exterior de Cuba, viagra 60mg Raul de La Nuez.

A entidade paulista considerou que o mercado cubano apresenta boas oportunidades para os empresários brasileiros, for sale ao destacar a economia imediata da ilha e a disposição de fortalecimento dos laços comerciais com os países latino-americanos e do Caribe.

Com uma população de 11 milhões de habitantes e uma economia com um crescimento anual de 5% em média, Cuba é um mercado potencial e muito atrativo e interessante para o Brasil, afirmou Thomaz Zanotto, diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp.

Zanotto, moderador do seminário Oportunidades de Negócios Brasil-Cuba, destacou o comércio bilateral, que apesar de reduzido apresenta crescimento e chegou em 2006 a US$ 375 milhões, mas admitiu que o mesmo é desigual, pois US$ 312 milhões correspondem às exportações brasileiras.

Todos temos interesse em reequilibrar essa balança, acrescentou Zanotto, que destacou o interesse cubano em fomentar investimentos no setor da construção e na renovação de sua antiga frota automotiva, setores em que o Brasil tem grande capacidade para atender.

A Fiesp é pragmática, não política, assegurou Zanotto ao ser questionado sobre se existia algum temor por parte do empresariado brasileiro de investir em projetos na ilha.

De La Nuez ressaltou, por sua vez, a cooperação na área da Saúde e a retomada das relações comerciais bilaterais por meio do fundo Proex, linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) que desde 2001 fomenta o crédito para pequenas empresas que buscam expansão na América Latina.

Atualmente, o Brasil é entre 150 países o segundo aliado comercial mais forte de Cuba, atrás apenas da Venezuela.

Açúcar, níquel, tabaco, café, cimento e rum são os produtos da limitada oferta exportadora cubana, mas nos últimos anos vêm ganhando espaço o aço, cítricos e produtos farmacêuticos, entre outros.

A indústria do turismo também se desenvolveu intensamente, e responde por 12% do Produto Interno Bruto (PIB) e 40% das divisas cambiais, destacou De La Nuez.

A importação cubana é liderada pela compra de máquinas e equipamentos, combustíveis e alimentos, e existe interesse em ampliar as alianças para a exploração de petróleo, além de projetos na produção de remédios genéricos.

No campo do etanol produzido a partir da cana-de-açúcar, De La Nuez foi enfático ao defender a posição do presidente cubano, Fidel Castro, de adotar na ilha uma política de não transformar alimentos em combustíveis.

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