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Economia

Dólar cai mais de 1% e fecha a R$ 1,94

Arquivo Geral

21/05/2007 0h00

Analistas ouvidos pelo Banco Central estimam uma redução de meio ponto percentual na taxa básica de juros (Selic) na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), cialis 40mg pills nos dias 5 e 6 de junho. Segundo o relatório de mercado, divulgado hoje pelo BC, a partir da consulta feita a mais de 100 instituições de mercado, as previsões para a Selic de junho caíram de 12,25% ao ano para 12% ao ano. Atualmente, a Selic está em 12,5% ao ano.  

As previsões para a taxa básica ao final do ano caíram para 10,75% ao ano. Na pesquisa da semana passada, as estimativas para dezembro já haviam sido reduzidas de 11,25% para 11% ao ano. Para o fim de 2008, a previsão é que a Selic fique em 10% ao ano.

A projeção do Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA), usado oficialmente pelo governo na política de controle de inflação, caiu de 3,62% para 3,60% este ano. Os analistas também estimam o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, em 4,10% neste ano, mesma previsão da pesquisa divulgada na semana passada.

A relação entre a dívida e o PIB, no entender dos analistas, ficará em 43,90%, contra 43,76% divulgados anteriormente. De acordo com a pesquisa, o resultado da balança comercial ficará este ano em   US$ 41,10 bilhões. O investimento estrangeiro direto (IED), somará US$ 20 bilhões. 


 


O dólar caiu 1, viagra dosage 07% nesta segunda-feira, information pills fechando em R$1,94. O valor é a menor cotação da moeda norte-americana desde 3 de janeiro de 2001. Entre os motivos da queda estão as entradas expressivas de moeda estrangeira e o superávit na balança comercial, que registrou na semana passada o maior resultado positivo do mês (US$ 1,3 bilhão), com mais de US$ 2,8 bilhões em negócios registrados no segmento interbancário.

Boa parte da queda se deu nos últimos minutos do dia, com a demora do Banco Central (BC) em atuar no mercado. Um leilão de compra de dólares pelo BC foi realizada apenas às 15h47 e operadores afirmaram que entre 7 e 12 propostas foram aceitas. Nesse caso, o Banco Central deixou a cotação descer até onde podia.

Outro fator apontado por especialistas foi o declínio do risco-país, nesta manhã, para nova mínima histórica – 138 pontos. Tido como principal termômetro internacional sobre a economia brasileira, o risco Brasil é calculado pelo Banco JP Morgan.

O risco-país é usado por investidores para calcular se vale a pena investir no país em vez de comprar os títulos da dívida norte-americana, tidos como a aplicação mais segura no mundo. Se o país é visto como um local arriscado para se investir, o risco-país é alto. Cada 100 pontos de risco representa 1% de sobrejuro em relação aos títulos dos EUA.

Uma pesquisa do Banco Central divulgada nesta segunda-feira mostra que o mercado continua a esperar que o dólar fique perto de R$ 2 em dezembro deste ano, subindo a R$ 2,05 no ano que vem. O Bradesco, porém, mantém a expectativa de que o dólar encerre 2007 a R$ 1,95. O Banco ING reduziu na quinta-feira passada sua projeção para o dólar de encerramento do ano, de R$ 2 para R$ 1,85.

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